segunda-feira, 7 de junho de 2010

Deputado Federal Eudes Xavier - Festival das Juventudes de Fortaleza

Deputado Federal Eudes Xavier - Festival das Juventudes de Fortaleza

No dia 3 de junho, primeiro dia de realização do festival, o deputado Eudes Xavier (PT-Ce) esteve visitando o evento e conversando com as diversas juventudes presentes. À tarde Eudes foi convidado a participar de plenária organizada pela Juventude Pátria Livre, onde ressaltou a importância da organização das juventudes para a consolidação das transformações sociais em curso no país. Ele permaneceu no evento até o início dos grandes shows que encerraram a o primeiro dia de programações. No segundo dia, sexta-feira (4), a programação foi marcada por uma grande plenária que debateu a participação das juventudes nos processos de mudança na América Latina. No sábado (5) o destaque foi o lançamento da Plataforma das Juventudes, um conjunto de reivindicações que unifica as lutas juvenis em torno de propostas para as eleições 2010. Nas duas plenárias, dos dias 4 e 5, as juventudes presentes entoaram o coro: Olê, olê, olê, olá, Dilma, Dilma!!


Membro da Comissão Especial que debate o Estatuto da Juventude, o deputado Eudes Xavier tem se destacado pela defesa de políticas públicas para o segmento juvenil. Eudes chamou a atenção para a necessidade de mobilização das juventudes para a valorização do Estatuto da Juventude, que, segundo ele, já deveria ter sido votado pela Câmara dos Deputados. O deputado também ressaltou a conquista da Universidade da Integração Lusa Afro-brasileira, a Unilab, que será instalada na cidade de Redenção-Ce. Para Eudes, as juventudes rurais vão ser as maiores contempladas. Lembrou ainda que o movimento estudantil luta para que os produtos da agricultura familiar sejam adquiridos para compor a alimentação escolar nas escolas públicas, como determina a lei 11.947/2009. “Com isso, os estudantes provam que estão pensando a educação como um todo, em benefício de toda a população, inclusive das juventudes rurais”. O deputado também destacou a importância da Plataforma das Juventudes. “O próximo governo tem que se voltar ainda mais para as juventudes, principalmente as juventudes das periferias das grandes cidades e as juventudes rurais”, declarou.


A abertura oficial do evento, que estava prevista para as 18hs do dia 3, acabou não acontecendo devido a uma série de pequenos problemas. Afonso Tiago, da Coordenadoria de Políticas Públicas de Juventudes de Fortaleza, um dos principais responsáveis pelo evento, reconheceu que num primeiro momento a falta parcial de energia elétrica, as dificuldades com o abastecimento de água potável e o número surpreendente de participantes que buscavam alimentação e acomodações nas casas reservadas aos movimentos sociais acabaram gerando alguns inconvenientes para os participantes. Afonso disse que os problemas foram resolvidos com agilidade e que já no segundo dia (4) o festival prosseguiu sem maiores dificuldades. Ele agradeceu o apoio dado pelo deputado Eudes Xavier, que destinou uma emenda parlamentar de R$ 1 milhão para garantir a grandiosa infraestrutura do evento. O festival também apresentou atrações artísticas de peso, entre elas a banda argentina Actitude Maria Marta, O Teatro Mágico, os setentistas Mutantes, o reggae da Tribo de Jah, e os cantores da MPB Luiz Melodia e Zeca Baleiro.




ASCOM Eudes Xavier

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Jorge Vercillo - Ela Une Todas As Coisas


Para você!

Sentimentos livres...

Em algum momento me perdi em seu sorriso,
Seu mais celebre ser, fugaz, livre e complexo!
Passear sobre seu corpo revela metade dos meus desejos, pois o outro você descobrirá com o tempo,
Queria de forma definitiva viver para poder aflorar meus sentimentos mais sinceros... Mais duvidosos,
Um dia irei perguntar se isso realmente aconteceu ou foi fruto de um mundo distante e imaginário,
Cada pétala de rosa envolvida com seu cheiro ostentado em meu mais intenso ser,
Quem dera ser verdade tudo isso...
O amor, você e eu!

Wládia Fernandes

domingo, 16 de maio de 2010

Serra teve razões para o ataque de nervos



Está explicado porque José Serra passou a semana distribuindo coices até em jornalistas “amigos”. Nós, pobres mortais só temos informações pelos jornais. Mas candidatos com poder (e poder econômico, sobretudo) têm pesquisas permanentes à disposição, tanto as quantitativas – de intenção de voto – quanto as qualitativas, que são aquelas em que um grupo selecionado é estimulado a conversar e opinar sobre algo e do outro lado de uma parede espelhada fica o marqueteiro vendo o que está pegando bem e o que está pegando mal.

José Serra sabe que sua “confortável liderança” só existe no “conto de fadas” do Datafolha. O que o Vox Populi mostrou hoje, ele já sabia. Mas aconteceu o pior: o que todas as pesquisas mostravam não se atenuou, mas – do ponto de vista dele – agravou-se.

Começo analisando a base sobre a qual se assenta o crescimento da candidatura Dilma, que é a avaliação do Governo Lula. A melhora da avaliação do presidente é significativa e contínua.

E quando a pergunta passa a ser como essa avaliação se transfere para a decisão de voto, a coisa é ainda pior para Serra. Tomando as mesmas pesquisas, de agosto do ano passado, janeiro e maio deste ano,a resposta à pergunta “Se o Presidente Lula apoiar um candidato a Presidente e pedir para as pessoas votarem nele, voce…” , Bem, a resposta “com certeza votaria” subiu de 29% para 33%. E o “com certeza não votaria” baixou de 12% para 10%.

Intenção de voto espontânea, sem apresentação de cartela. Dilma sai de 3% em agosto para 9% em janeiro e 19% agora. Serra tinha 5%, empata com Dilma nos mesmos 9% em janeiro , mas só chega a 15% agora. E o estoque de votos “no Lula” – tranferíveis a Dilma, portanto - que era de 22% e é agora é de 10% ” gastou só 12% para um crescimento de 16% da candidata lulista. Traduzindo mais claramente: a soma de votos espontâneos Dilma + Lula era de 25% em janeiro, é de 29% agora.

O desconhecimento de Dilma permanece alto. A soma dos que conhecem só de nome e dos que não conhecem, para Dilma, é de 44%. Para Serra, 25%. A tal “antipatia” de Dilma, tão falada na mídia, não se confirma na pratica. Este os que já conhecem os candidatos, ela desperta uma impressão positiva ou miuto positiva em 57%, contra 50% de Serra. E as opiniões negativas ou muito negativas, neste mesmo universo, ficam muito mais fortes para Serra – 15% – do que para Dilma, que tem 10%.

O contrário do que toda a midia diz, não é?

Tanto é que a rejeição o confirma. A rejeição de Dilma baixou de 17 para 15%, a de Serra subiu de 16% para 20%.

Marina não dá sinais de um crescimento maior. Pode até crescer um pouco mais, mas ao que parece não vai virar “onda” . Não foi para ela ou pra ele próprio, ao que parece, que a saída de Ciro da disputa transferiu intenções de voto.

Mas a análise dos números ainda tem coisas piores para José Serra.

No possível confronto de segundo turno, ele perde a confortável vantagem que tinha antes. Serra ganharia de Dilma no turno decisivo, por 46% a 32% em agosto passado, seguiria com larga frente em janeiro (46% a 35%), mas passa agora a ser derrotado por 40% a 38%. Isso e mais a importantíssima questão feita sobre quem é o candidato que o entrevistado acha que vai vencer a eleição – algo essencial para definir a migração para o “voto vencedor” - mostram que a maré de percepção do sucesso eleitoral virou e favorece a candidata petista. Em janeiro, só 30% achavam que ela venceria, contra 43% que emprestavam a Serra a condição de vencedor. Agora, os números são o contrário: ela tem 40% d percepção de vitória, contra 39% de Serra.

Por último, é bom que se esclareça que os números que estão dendo comentados (38 a 35% em favor de Dilma) se referem a uma simulação onde só os dois, além de marina Silva, são apresentados aos entrevistados. Quando entram todos os candidatos dos partidos pequenos, o resultado passa a ser Dilma, 37% e Serra, 34%. Prefirou usar este número porque a eleição se fará com todos eles.

Fonte: http://www.tijolaco.com/?p=14784

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Programa de TV do PT, exibido em 13 de maio de 2010

Programa de TV do PT, exibido em 13 de maio de 2010. Muito bom esse programa... vamos que vamos.... Dilma presidenta.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

terça-feira, 27 de abril de 2010

Casal homossexual pode adotar criança, decide STJ

Que bom essa decisão do judiciario. Uma hipocrisia a justiça, o parlamento e a sociedade civil vendar os olhos para essa realidades de varias famílias homoafetivas. A luta desse sonho muitas vezes massacrado por pessoas que questionam o fato do amor, do amar...

Veja abaixo


Em julgamento considerado histórico pelos próprios ministros, a 4ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) reconheceu, por unanimidade, que casais formados por homossexuais têm o direito de adotar filhos.

Decisão do STJ abre precedente jurídico

A Turma, formada por cinco ministros, analisou um caso de duas mulheres que tiveram o direito de adoção reconhecido pela Justiça Federal do Rio Grande do Sul. O Ministério Público do Estado, porém, recorreu ao STJ. Nesta terça-feira, o tribunal negou o pedido, ao entender que em casos do tipo é a vontade da criança que deve ser respeitada.

"Esse julgamento é histórico pois dá dignidade ao ser humano, dignidade aos menores e às duas mulheres", afirmou o relator, Luís Felipe Salomão.

"Precisamos afirmar que essa decisão é uma orientação para que, em casos do tipo, deve-se atender sempre o interesse do menor, que o de ser adotado", completou o ministro João Otávio de Noronha.

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u726711.shtml

Mano Brown sobre José Serra

Respeito o Mano Brown pela atitude de colocar efetivamente seus pensamentos. Por mais que não coloque em evidencia apoioo a Dilma.

sábado, 24 de abril de 2010

George Michael;Elton John - Don't Let The Sun Go Down On Me

Objetivamente lindo... live, live

O dilema de Ciro



Consta que, antes que concluísse que Dilma era a candidata natural do seu governo, Lula abrigava a idéia de lançar a candidatura de Ciro Gomes. Fiel ministro do seu governo, com recall de outras campanhas, ainda tinha a vantagem de aparecer como candidato suprapartidário, sem passar pelos embates internos do PT. Daí o discurso de Lula, durante um certo tempo, de que o candidato poderia ser da base do governo, sem ser do PT.

Isso incentivava a aglutinação dos outros partidos de esquerda da base do governo, reunindo descontentamentos diversos sobre a hegemonia do PT e a possibilidade de disputar-lhe a predominância no campo do governo, por dispor de um candidato com circulação nacional.

Foi assim que se constituiu o bloquinho do PSB, do PC do B e do PDT, em que se apoiou Ciro para se lançar como pré-candidato.

Quando Lula se definiu por Dilma, criou-se um dilema para o bloquinho e para Ciro. Este foi se deslocando para um discurso de que sua candidatura ajudaria a ter segundo turno, frente ao favoritismo nas pesquisas de Serra, enquanto o bloquinho foi se desfazendo. O PC do B foi o primeiro a se distanciar, somando-se ao projeto do Lula, enquanto ao poucos o PDT foi acompanhando-o. O mesmo processo teria se dado no PSB – sentindo já a inviabilização da candidatura de Ciro, tanto conforme Dilma subia nas pesquisas e Ciro ficava relegado a um espaço residual, como o partido ficada isolado, desfazendo-se o bloquinho. A dificuldade estava em que Ciro está filiado ao PSB e sua personalidade incontrolável gerava sempre temores dos efeitos da retirada da sua candidatura.

Ciro, com todos os méritos que passou a ter mais recentemente, tem características de político nordestino tradicional. Sua própria relação promiscua com Tasso Jereissati – ele, tão drástico, com razão, em varias situações, na critica ao PMDB, poupa seu padrinho, renomado político direitista do tucanato – e seu gênio, fazendo prevalecer sua idiossincrasia sobre construções políticas coletivas, confirmam isso.

No governo Lula, seu mérito, para Lula, foi sua fidelidade, especialmente nos momentos mais difíceis para o governo. Mas teve um desempenho fraco, sem projeção, sem ter protagonizado a polarização contra o controle férreo que Palocci tinha no governo. Saiu em baixo perfil e se dedicou à sua candidatura que, conforme definhava, foi aumentando seu isolamento e suas erráticas declarações.

Todos sabiam que sua candidatura estava morta – inclusive ele -, mas todos tinham medo de ir comunicar-lhe, temendo suas reações intempestivas. O presidente do PSB queria que Lula o fizesse, mas não podia, diante do seu partido e do próprio Ciro, aparecer abrindo mão das suas responsabilidades.

O cenário eleitoral deste ano não encontra mais espaço para ele. Sua idiossincrasia pode levá-lo a um ultimo ato muito negativo – como se prevê pelo seu elogio do seu inimigo mortal, aquele que o massacrou na campanha de 2002 e na critica da Dilma, demonstrando como o despeito, o rancor, por conduzi-lo por um péssimo final. Se parece em parte a Itamar, um ex-presidente com uma imagem simpática, mas que passará à história por ser que lançou FHC e o Plano Real e agora se associa aos tucanos, por rancor do governo Lula. Ciro pode terminar melancolicamente, ranzinza, prestando serviços à direita. Ou pode demonstrar altura de estadista, se sobrepor a este revés e escolher o que lhe parece melhor para o Brasil que, como ele sempre tinha afirmado, seria a continuidade do governo Lula. Com ele está sua imagem final. Os jornais da direita já comemoram sua conversão. Ele se disporá a esse triste papel?

Postado por Emir Sader às 04:54

http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=455