O governador do Paraná, Roberto Requião, declarou na ultima terça, 27/10, em um programa de televisão que o câncer de mama em homens "deve ser conseqüência de passeatas gay". Outro dia desses o governador do Mato Grosso do Sul, André Pucinelli (PMDB) ,deu declarações homofobicas em relação ao Ministro do Meio ambiente, Carlos Minc, chamando-o de viado. Políticos mau caráter, ridículos e limitados, que não tem nenhum respeito às pessoas não heterossexuais! Deixamos em alerta: votamos em todas as eleições em nossos representantes no parlamento e no executivo para nos representar, independente de sexo, raça, orientação sexual e identidade de gênero. O movimento LGBTT repudia toda e qualquer forma de opressão e homofobia/les/transfobia. Não nos calaremos jamais!
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Imagem retirada da internet.Às vezes o que parece cego aos olhos de quem não quer enxergar, torna-se a verdade acolhedora de almas e mentes sonhadoras. Acreditar naquilo que nos move é como renascer. A cada dia a nossa paciência diante a vida e seus percalços é testada. Por isso devemos salvar nossa eterna consciência daqueles que duvidam disso. Equilibrar-se nesse ponto de vista é maior.
sábado, 10 de outubro de 2009
A democratização da universidade não pode parar

A democratização da universidade não pode parar
Nota pública sobre o vazamento da prova do ENEM
Na quinta-feira, 1 de outubro, o Ministério da Educação, confirmou em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo e posteriormente em nota e em pronunciamento do Ministro Fernando Haddad, que haviam fortes indícios de vazamento do caderno de questões do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).
Tal fato, de enorme relevância, alterou e abalou a rotina de mais de quatro milhões de jovens estudantes que prestariam o exame no domingo, 4 de outubro.
A Juventude do PT entende como correta, a rápida decisão do MEC, que ao primeiro indício de comprometimento do exame, resolveu descartar o questionário que seria utilizado e transferir a data da prova.
Condenamos, em primeiro lugar, o crime cometido por pessoas que buscaram o dinheiro fácil ou agiram com intenções ainda ocultas, prejudicando assim, milhões de estudantes. Defendemos a rigorosa apuração pela Polícia Federal e exemplar punição dos responsáveis pelo vazamento.
Condenamos também, a tentativa de setores da oposição, da grande imprensa e das máfias dos cursinhos pré-vestibulares, de se utilizar de um delito para fazer luta política contra o governo do presidente Lula ou contra as inovações no ENEM.
Repudiamos a decisão de algumas universidades, em particular as estaduais paulistas, que mais uma vez preferem se fechar dentro dos seus muros ao invés de se colocarem como construtores de melhores saídas para os problemas que o país enfrenta. Com a decisão de não utilizar a nota do ENEM, irão prejudicar as maiores vítimas deste crime, os estudantes brasileiros.
Os quase sete anos de governo do presidente Lula têm sido responsáveis por uma verdadeira revolução na educação brasileira. Hoje, mais de 580 mil jovens de baixa renda tem acesso à universidade através do PROUNI, as vagas no ensino superior público federal dobraram a partir da ampliação de vagas, criação de 12 novas universidades federais e 104 novos campi e unidades.
O Ministério da Educação está empenhado em democratizar a universidade no Brasil. O novo ENEM é um dos passos nesta direção. Ao procurar unificar os processos seletivos das universidades brasileiras caminha na direção da ampliação do acesso.
Além disso, o novo ENEM cria ainda um novo paradigma nos exames vestibulares ao desenvolver uma prova mais vinculada à realidade dos jovens, da sociedade brasileira e à diversidade regional. É em razão disso, que as máfias dos pré-vestibulares, acostumadas a ensinar seus alunos a decorar fórmulas e teorias, na maior parte das vezes desvinculadas do cotidiano de nossa juventude, se opõem. Eles sabem que “a consciência do povo daqui é medo dos homens de lá”.
O vazamento da prova do ENEM, além de prejudicar a rotina de milhões de estudantes, serve aos interesses dos que não querem ter seus lucros ameaçados e daqueles que pretendem manter a universidade como um privilégio de poucos. No entanto, o processo de mudanças que vive o Brasil, e que tem na educação um de seus pilares, não será parado por este motivo.
Direção Nacional da Juventude do PT
09 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
...

Caio na loucura tempestiva de sentimentos sem ao menos saber o quão isso é significativo. Terminologias variáveis de uma mente que jamais pensou em retaliar seus sonhos. Vivemos, amamos, nos decepcionamos, levantamos e continuamos. Saber o que é refutável em minha alma jamais passou em minha maior ilusão. Temo que o percurso não seja efetivado mesmo que a vida nos leve para caminhos ardorosos. Combater o que já não nos anima mais é uma eterna luta... Mas desistir do combate jamais.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Moção da apoio das assistentes sociais.
Nós, assistentes sociais, delegadas/os, observadores/ as e convidadas/os reunidas/os no 38º EncontroNacional CFESS/CRESS realizado em Campo Grande/MS no período de 06 a 09 de setembro de 2009 manifestamos nosso apoio ao Manifesto contra a criminalização das mulheres que praticam aborto apresentado pelaFrente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pelaLegalização do Aborto.
Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda temos uma legislação do século passado – 1940 –, que criminaliza a mulher e quem a ajudar.
A criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de clandestinidade, ao qual se associam graves perigos para as suas vidas, saúde física e psíquica, e não contribui para reduzir este grave problema de saúde pública.
As mulheres pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades, são as que mais sofrem com a criminalização. São estas que recorrem a clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado, opções seguras para as mulheres ricas.
A estratégia dos setores ultraconservadores, religiosos, intensificada desde o final da década de 1990, tem sido o “estouro” de clínicas clandestinas que fazem aborto. Os objetivos destes setoresconservadores são punir as mulheres e levá-las à prisão. Em diferentes Estados, os Ministérios Públicos, ao invés de garantirem a proteção das cidadãs, têm investido esforços na perseguição e investigação de mulheres que recorreram à prática do aborto. Fichas e prontuários médicos de clínicas privadas que fazem procedimento de aborto foram recolhidos, numa evidente disposição de aterrorizar e criminalizar as mulheres. No caso do Mato Grosso do Sul, foram quase 10 mil mulheres ameaçadas de indiciamento; algumas já foram processadas e punidas com a obrigação de fazer trabalhos em creches, cuidando de bebês, num flagrante ato de violência psicológica contra estas mulheres.
A estas ações efetuadas pelo Judiciário somam-se os maus tratos e humilhação que as mulheres sofrem em hospitais quando, em processo de abortamento, procuram atendimento. Neste mesmo contexto, o Congresso Nacional aproveita para arrancar manchetes de jornais com projetos de lei que criminalizam cada vez mais as mulheres.
Deputados elaboram Projetos de Lei como o “bolsa estupro”, que propõe uma bolsa mensal de um salário mínimo à mulher para manter a gestação decorrente de um estupro. A exemplo deste PL, existem muitos outros similares.
A criminalização das mulheres e de todas as lutas libertárias é mais uma expressão do contexto reacionário, criado e sustentado pelo patriarcado capitalista globalizado em associação com setores religiosos fundamentalistas. Querem retirar direitos conquistados e manter o controle sobre as pessoas, especialmente sobre os corpos e a sexualidade das mulheres.
Ao contrário da prisão e condenação das mulheres, o que necessitamos e queremos é uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple todas as condições para uma prática sexual segura.
A maternidade deve ser uma decisão livre e desejada e não uma obrigação das mulheres. Deve ser compreendida como função social e, portanto, o Estado deve prover todas as condições para que as mulheres decidam soberanamente se querem ou não ser mães, e quando querem. Para aquelas que desejam ser mães devem ser asseguradas condições econômicas e sociais, através de políticas públicas universais que garantam assistência a gestação, parto e puerpério, assim como os cuidados necessários ao desenvolvimento pleno de uma criança: creche, escola, lazer, cultura, saúde.
As mulheres que desejam evitar gravidez devem ter garantido o planejamento reprodutivo e as quenecessitam interromper uma gravidez indesejada deve ser assegurado o atendimento ao aborto legal e seguro no sistema público de saúde.
Neste contexto, não podemos nos calar!
Nós, sujeitos políticos, movimentos sociais, organizações políticas, lutadores e lutadoras sociais e pelos diretos humanos, reafirmamos nosso compromisso com a construção de um mundo justo, fraterno e solidário, nos rebelamos contra a criminalização das mulheres que fazem aborto, nosreunimos nesta Frente para lutar pela dignidade e cidadania de todas as mulheres.
Nenhuma mulher deve ser impedida de ser mãe. E nenhuma mulher pode ser obrigada a ser mãe.
Por uma política que reconheça a autonomia das mulheres e suas decisões sobre seu corpo esexualidade.
Pela defesa da democracia e do principio constitucional do Estado laico, que deve atender a todas etodos, sem se pautar por influências religiosas e com base nos critérios da universalidade do atendimento da saúde!
Por uma política que favoreça a mulheres e homens um comportamento preventivo, que promova de forma universal o acesso a todos os meios de proteção à saúde, de concepção e anticoncepção, sem coerção e com respeito.
Nenhuma mulher deve ser presa, maltratada ou humilhada por ter feito aborto!
Dignidade, autonomia, cidadania para as mulheres!
Pela não criminalização das mulheres!
Campo Grande- MS, 09 de setembro de 2009.
Conselho Federal de Serviço Social (CFESS)
Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS)
Aprovada na Plenária Final do 38º. Encontro Nacional
Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda temos uma legislação do século passado – 1940 –, que criminaliza a mulher e quem a ajudar.
A criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de clandestinidade, ao qual se associam graves perigos para as suas vidas, saúde física e psíquica, e não contribui para reduzir este grave problema de saúde pública.
As mulheres pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades, são as que mais sofrem com a criminalização. São estas que recorrem a clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado, opções seguras para as mulheres ricas.
A estratégia dos setores ultraconservadores, religiosos, intensificada desde o final da década de 1990, tem sido o “estouro” de clínicas clandestinas que fazem aborto. Os objetivos destes setoresconservadores são punir as mulheres e levá-las à prisão. Em diferentes Estados, os Ministérios Públicos, ao invés de garantirem a proteção das cidadãs, têm investido esforços na perseguição e investigação de mulheres que recorreram à prática do aborto. Fichas e prontuários médicos de clínicas privadas que fazem procedimento de aborto foram recolhidos, numa evidente disposição de aterrorizar e criminalizar as mulheres. No caso do Mato Grosso do Sul, foram quase 10 mil mulheres ameaçadas de indiciamento; algumas já foram processadas e punidas com a obrigação de fazer trabalhos em creches, cuidando de bebês, num flagrante ato de violência psicológica contra estas mulheres.
A estas ações efetuadas pelo Judiciário somam-se os maus tratos e humilhação que as mulheres sofrem em hospitais quando, em processo de abortamento, procuram atendimento. Neste mesmo contexto, o Congresso Nacional aproveita para arrancar manchetes de jornais com projetos de lei que criminalizam cada vez mais as mulheres.
Deputados elaboram Projetos de Lei como o “bolsa estupro”, que propõe uma bolsa mensal de um salário mínimo à mulher para manter a gestação decorrente de um estupro. A exemplo deste PL, existem muitos outros similares.
A criminalização das mulheres e de todas as lutas libertárias é mais uma expressão do contexto reacionário, criado e sustentado pelo patriarcado capitalista globalizado em associação com setores religiosos fundamentalistas. Querem retirar direitos conquistados e manter o controle sobre as pessoas, especialmente sobre os corpos e a sexualidade das mulheres.
Ao contrário da prisão e condenação das mulheres, o que necessitamos e queremos é uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple todas as condições para uma prática sexual segura.
A maternidade deve ser uma decisão livre e desejada e não uma obrigação das mulheres. Deve ser compreendida como função social e, portanto, o Estado deve prover todas as condições para que as mulheres decidam soberanamente se querem ou não ser mães, e quando querem. Para aquelas que desejam ser mães devem ser asseguradas condições econômicas e sociais, através de políticas públicas universais que garantam assistência a gestação, parto e puerpério, assim como os cuidados necessários ao desenvolvimento pleno de uma criança: creche, escola, lazer, cultura, saúde.
As mulheres que desejam evitar gravidez devem ter garantido o planejamento reprodutivo e as quenecessitam interromper uma gravidez indesejada deve ser assegurado o atendimento ao aborto legal e seguro no sistema público de saúde.
Neste contexto, não podemos nos calar!
Nós, sujeitos políticos, movimentos sociais, organizações políticas, lutadores e lutadoras sociais e pelos diretos humanos, reafirmamos nosso compromisso com a construção de um mundo justo, fraterno e solidário, nos rebelamos contra a criminalização das mulheres que fazem aborto, nosreunimos nesta Frente para lutar pela dignidade e cidadania de todas as mulheres.
Nenhuma mulher deve ser impedida de ser mãe. E nenhuma mulher pode ser obrigada a ser mãe.
Por uma política que reconheça a autonomia das mulheres e suas decisões sobre seu corpo esexualidade.
Pela defesa da democracia e do principio constitucional do Estado laico, que deve atender a todas etodos, sem se pautar por influências religiosas e com base nos critérios da universalidade do atendimento da saúde!
Por uma política que favoreça a mulheres e homens um comportamento preventivo, que promova de forma universal o acesso a todos os meios de proteção à saúde, de concepção e anticoncepção, sem coerção e com respeito.
Nenhuma mulher deve ser presa, maltratada ou humilhada por ter feito aborto!
Dignidade, autonomia, cidadania para as mulheres!
Pela não criminalização das mulheres!
Campo Grande- MS, 09 de setembro de 2009.
Conselho Federal de Serviço Social (CFESS)
Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS)
Aprovada na Plenária Final do 38º. Encontro Nacional
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Lula inaugura primeiro Cuca em Fortaleza

BARRA DO CEARÁ: amanhã, as apresentações começam às 16h. Mas a solenidade de inauguração só deverá acontecer após as 18h, quando chegam ao local o presidente e sua comitiva (Foto: Thiago Gaspar)
Cuca reconhece vivências e experiências culturais já existentes na comunidade, ressalta Carla da EscóssiaPromessa de campanha ainda da primeira gestão da prefeita Luizianne Lins, o projeto do Centro Urbano de Cultura, Arte, Ciência e Esporte de Fortaleza (Cuca) sai do papel e chega em meio às melhores expectativas no que se refere à criação de um espaço de expressão e produção cultural para jovens da Capital. A primeira unidade, o Cuca Che Guevara, no antigo Clube de Regatas da Barra do Ceará, será inaugurado amanhã, com a presença do presidente Lula, que antes irá a Sobral e a Limoeiro.A idéia da Prefeitura é construir uma unidade em cada uma das Secretarias Executivas Regionais (SERs), mas desta vez a beneficiada será a comunidade da SER I. O Cuca Che Guevara é dotado de infra-estrutura composta por quadras poliesportivas, quadra de areia, pista para esportes radicais, piscina semiolímpica, sala de aula para artes cênicas, salas multiuso, biblioteca, oficina de artes plásticas, laboratório de informática, estúdios de áudio, de TV e vídeo, laboratório de apoio tecnológico, ilhas de edição, rádio comunitária, laboratório fotográfico, mini-estúdio de fotografia, cineclube, usina de reciclagem e educação ambiental e incubadora de idéias.Os Cucas são uma demanda do Orçamento Participativo (OP). O público-alvo são os jovens de 15 a 29 anos, explica a coordenadora do projeto, Carla da Escóssia. Na primeira unidade, de outubro a novembro, serão ofertadas 540 vagas nas áreas de esportes, línguas, informática, teatro, comunicação popular, música e fotografia.Para Carla da Escóssia, é preciso ressaltar que os Cucas investem no potencial artístico e educacional da juventude, e que além de proporcionar lazer reconhece os projetos já existentes na comunidade. "Essa primeira unidade terá ainda um espaço em forma de praça para encontro dos jovens", disse.Amanhã, embora as atividades artísticas e esportivas estejam previstas para começar às 16h, a solenidade de inauguração propriamente dita só deverá acontecer após as 18h, quando chegam ao local o presidente e sua comitiva, bem como a prefeita da Capital.Além das fala dos políticos, a programação incluirá a demonstração de atletas cearenses e a participação do campeão da segunda etapa do Circuito Brasileiro e Cearense de Skate Amador, Carlos Trator. Já os artistas circenses e de cultura popular darão as boas vindas ao público convidado.SobralUm dia antes da visita do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, Sobral já sente algumas mudanças, principalmente no entorno do prédio que abrigará o campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologica do Ceará (IFCE). Desde a tarde de ontem, o trecho da Avenida Doutor Guarani, que passa em frente ao Instituto, foi fechado para o tráfego de veículos cedendo espaço para a montagem do palanque que receberá o presidente e demais autoridades. Devem fazer parte da comitiva de Lula os ministros da Educação, Fernando Haddad, da Previdência Social, José Pimentel, da Casa Civil, Dilma Rousseff, e das Cidades, Márcio Fortes.Antes, o presidente deverá visitar as obras do Campus da Universidade Federal do Ceará (UFC), previsto para as 12h30, e, em seguida, participa da inauguração simultânea dos Campus dos IFCE de Sobral e Limoeiro do Norte. Na visita, o presidente deverá, ainda, a criação da rede de educação profissional no Interior cearense, que será composta por 50 escolas, 20 das quais terão as construções iniciadas na sexta-feira, orçadas em R$ 140 milhões.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Briga de cachorro grande
Eu quero é que se degladiem na busca desenfreada pelo ibope marginal, centralizador e despolitizado. Segue reportagem do blog: amigos do Presidente Lula.


Na guerra entre Rede Record e Globo, ficamos sabendo que,o promotor Roberto Porto, do Mnistério Público paulista, favoreceu a Globo (o que não é nenhuma novdade). O "Repórter Record" questionou sua isenção e afirmou que Porto foi punido por beneficiar a TV Globo ao gravar escondido, uma"entrevista com Fernandinho Beira Mar, no presidio de segurança máxima.O promotor ficou afastado do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) de novembro de 2003 a abril de 2004, por causa da divulgação da gravação do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, reclamando do Regime Disciplinar Diferenciado na penitenciária de Presidente Bernardes. A entrevista foi levada ao ar pela TV Globo.O programa Repórter Record, exibido na noite de domingo, 16, foi bombástico, porque veiculou pela primeira vez na grande mídia denúncias contra a rede Globo que eram abafadas e só circulavam nos bastidores.Ficamos sabendo também da relação íntima ente a Globo e o PSDB paulista.A Rede Globo ocupa um terreno público(doado pelos tucanos, o terreno pertencente à Secretaria de Economia de SP), que pertence ao estado d S.Paulo, mas usa o espaço como se fosse propriedade privada, restringindo o acesso de pessoas que não fazem parte da empresa. O governador José Serra e o prefeito Gilberto Kassab estão se fazendo de mortos. Ainda não deram declaração sobre o casoA Globo da "compra" fraudulenta da Tv PaulistaO programa mostrou ainda documentos e conclusões da Justiça sobre a misteriosa compra da TV Paulista (atual Globo São Paulo), que tem a propriedade requerida na Justiça. A Globo, segundo a Record, teria fraudado documentos para justificar a compra.Também foram mostrados casos de empréstimos contraídos pela Globo em 1999, na Caixa Econômica e no BNDES, considerados irregulares.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
JPT: Na luta pela aprovação do Estatuto da Juventude

A Câmara dos Deputados instalou uma comissão especial para debater o PL 4529/04, que cria o Estatuto da Juventude. Através desse projeto a juventude brasileira poderá ter seus direitos regulamentados. O Estatuto será um marco legal no que diz respeito à garantia de mecanismos a fomentação de políticas publicas especificas para os/as jovens, sendo esse, um marco histórico para a luta dos movimentos juvenis.
O Estatuto define como deveres da sociedade, da família e do Poder Público, por exemplo, assegurar aos jovens direitos à participação social e política, à igualdade racial e de gênero, à saúde e à sexualidade, à educação e à profissionalização e ao trabalho. Em outras palavras, a juventude terá um instrumento jurídico e político para elaborar, fiscalizar e executar as políticas publicas, reconhecendo os/as jovens como atores sociais para a transformação de outro modelo de sociedade, mais igualitária e sustentável.
Em Fortaleza já esta acontecendo às etapas preparatórias para I Congresso de Municipal de Juventude, onde, através das suas plenárias temáticas e territoriais a juventude poderá debater sobre as especificidades dos seus bairros e regionais, acumulando para a construção do Estatuto Nacional e do Plano Municipal.
A Juventude do Partido dos Trabalhadores tem como objetivo fortalecer a atuação dos/das jovens que militam com o tema das políticas publicas especificas, articulando as juventudes dos bairros, dos movimentos populares, nas escolas e nas universidades. Precisamos aprofundar as resoluções do I Congresso da JPT, dando visibilidade e mobilizando a juventude para a aprovação do Plano Nacional de Juventude, Estatuto da Juventude e PEC da Juventude.
O Estatuto define como deveres da sociedade, da família e do Poder Público, por exemplo, assegurar aos jovens direitos à participação social e política, à igualdade racial e de gênero, à saúde e à sexualidade, à educação e à profissionalização e ao trabalho. Em outras palavras, a juventude terá um instrumento jurídico e político para elaborar, fiscalizar e executar as políticas publicas, reconhecendo os/as jovens como atores sociais para a transformação de outro modelo de sociedade, mais igualitária e sustentável.
Em Fortaleza já esta acontecendo às etapas preparatórias para I Congresso de Municipal de Juventude, onde, através das suas plenárias temáticas e territoriais a juventude poderá debater sobre as especificidades dos seus bairros e regionais, acumulando para a construção do Estatuto Nacional e do Plano Municipal.
A Juventude do Partido dos Trabalhadores tem como objetivo fortalecer a atuação dos/das jovens que militam com o tema das políticas publicas especificas, articulando as juventudes dos bairros, dos movimentos populares, nas escolas e nas universidades. Precisamos aprofundar as resoluções do I Congresso da JPT, dando visibilidade e mobilizando a juventude para a aprovação do Plano Nacional de Juventude, Estatuto da Juventude e PEC da Juventude.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Fundação Cultural Palmares lança edital para apoio a projetos culturais
A Fundação Cultural Palmares, instituição vinculada ao Ministério da Cultura, realiza seleção pública para apoio a projetos culturais com o lançamento do edital Idéias Criativas para 20 de novembro - Dia Nacional da Consciência Negra 2009, com o tema Renascimento Africano Fesman.O objetivo é selecionar idéias criativas em todo o país, que tragam em seu conteúdo, por meio de atividades culturais, subsídios para a promoção da Lei nº 10.639/03, tendo como público alvo crianças e jovens em idade escolar.A lei, que torna obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afrobrasileira, prevê o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.O período de inscrição é de 31 de julho a 14 de setembro e os projetos deverão ser enviados somente por meio dos serviços de postagem da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT).Leia o Manual de Orientação.A relação dos projetos inscritos será divulgada no site da FCP.
Fonte: http://www.palmares.gov.br/
Fonte: http://www.palmares.gov.br/
O II Curso de Realização em Audiovisual da Vila das Artes tem certificação do Departamento de Comunicação Social da UFC.
A Prefeitura Municipal de Fortaleza torna público, a partir desta segunda-feira, dia 10 de agosto, o edital de seleção para a segunda turma do Curso de Realização em Audiovisual da Vila das Artes, oferecido em parceria com a Universidade Federal do Ceará, através do Departamento de Comunicação Social. O edital está disponível no site www.fortaleza.ce.gov.br. O Curso de Realização em Audiovisual tem por objetivo fomentar um espaço para o surgimento de novas gerações de realizadores capazes de desenvolver parâmetros artísticos e organizacionais próprios para realizar projetos autorais que tenham como suporte os meios audiovisuais. O público alvo são pessoas sensíveis às linguagens artísticas, que revelem vocação para a produção autoral e que desejem mergulhar, ao longo de dois anos (1.700 horas/aula), nos estudos teóricos e técnicos, produzindo e criando um pensamento crítico e intelectual sobre o fazer audiovisual.Realizado em parceria com o Departamento de Comunicação Social da UFC, responsável pela certificação, o curso é gratuito e terá início em 2010 no período da manhã (8h às 12h). São oferecidas 40 vagas, das quais 50% são destinadas para alunos que tenham concluído o ensino médio em escolas da rede pública. Os alunos que concluíram o ensino médio em escola pública também terão isenção na taxa de inscrição (R$ 20,00) que deverá ser solicitada nos dias 10 e 11 de setembro. As inscrições deverão ser feitas exclusivamente pela internet através do site http://www.ccv.ufc.br, de 23 a 27 de setembro.O curso reflete sobre o audiovisual e suas inovações estéticas, dialogando com a contemporaneidade, com as artes e a cidade. O diferencial do II Curso é um maior diálogo com a cidade, fruto de uma reflexão crítica feita por alunos da primeira turma, conselheiros e coordenação do curso.Além das disciplinas práticas e teóricas, o aluno terá atividades opcionais de formação como Cineclube (exibição de filmes de arte) e Debates Incalculáveis (debates mensais sobre questões da arte contemporânea).Serviço:Inscrições para o II Curso de Realização em Audiovisual da Vila das Artes, somente pelo site www.ccv.ufc.br. Edital disponível no site www.fortaleza.ce.gov.br. Taxa de R$ 20,00 para inscrição - isenção para alunos da rede pública de ensino. Informações na Vila das Artes (rua 24 de Maio, 1221, Centro) ou pelos telefones (85) 3252-1444 e 3105-1404. Curso gratuito.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
I Congresso Municipal de Juventude será lançado dia 07 de agosto

A Prefeitura Municipal de Fortaleza e o Conselho Municipal de Juventude (CMJ) lançam no dia 07 de agosto de 2009 o I Congresso Municipal de Juventude. O lançamento vai acontecer a partir das 18 horas, na Praça do Ferreira, com a participação da banda Cordel do Fogo Encantado.
O objetivo do encontro é a elaboração do Plano Municipal de Juventude, um dos instrumentos legais para a consolidação da política voltada para os (as) jovens de Fortaleza. O documento final será apresentado à Câmara de Vereadores, aos órgãos governamentais e à sociedade civil.
A partir deste mês, acontecerão as etapas preparatórias, com plenárias temáticas e territoriais, que servirão para aprofundar o debate, tendo como base as resoluções da I Conferência Municipal de Juventude, ocorrida em janeiro de 2008. Durante os encontros preparatórios, os jovens irão discutir o documento feito na Conferência e irão elaborar a minuta do Plano Municipal de Juventude. Este documento será aprovado em plenária final, em novembro de 2009.
O desafio do Congresso é concluir a elaboração participativa e democrática do Plano Municipal de Juventude. Com o documento, a Prefeitura de Fortaleza terá metas e objetivos estratégicos para os próximos dez anos. Hoje, mais de 20 mil jovens são atendidos por políticas decididas e/ou formatadas em espaços participativos, como o Orçamento Participativo, Plano Plurianual, Conferência Municipal de Juventude e CMJ.
A Prefeitura de Fortaleza acredita que o Congresso de Juventude representará o comprometimento do poder público e seus parceiros com ações de longo prazo.
Determinação da lei - A realização do Congresso de Juventude está prevista na lei 9.204/ 2007, na qual estabelece que seja dever do Conselho Municipal de Juventude juntamente com o poder público a realização do encontro cuja pauta principal é o Plano Municipal de Juventude. O Conselho, composto por jovens entre 16 e 29 anos, é responsável pelo controle social de políticas públicas direcionadas à juventude da Prefeitura de Fortaleza.
O objetivo do encontro é a elaboração do Plano Municipal de Juventude, um dos instrumentos legais para a consolidação da política voltada para os (as) jovens de Fortaleza. O documento final será apresentado à Câmara de Vereadores, aos órgãos governamentais e à sociedade civil.
A partir deste mês, acontecerão as etapas preparatórias, com plenárias temáticas e territoriais, que servirão para aprofundar o debate, tendo como base as resoluções da I Conferência Municipal de Juventude, ocorrida em janeiro de 2008. Durante os encontros preparatórios, os jovens irão discutir o documento feito na Conferência e irão elaborar a minuta do Plano Municipal de Juventude. Este documento será aprovado em plenária final, em novembro de 2009.
O desafio do Congresso é concluir a elaboração participativa e democrática do Plano Municipal de Juventude. Com o documento, a Prefeitura de Fortaleza terá metas e objetivos estratégicos para os próximos dez anos. Hoje, mais de 20 mil jovens são atendidos por políticas decididas e/ou formatadas em espaços participativos, como o Orçamento Participativo, Plano Plurianual, Conferência Municipal de Juventude e CMJ.
A Prefeitura de Fortaleza acredita que o Congresso de Juventude representará o comprometimento do poder público e seus parceiros com ações de longo prazo.
Determinação da lei - A realização do Congresso de Juventude está prevista na lei 9.204/ 2007, na qual estabelece que seja dever do Conselho Municipal de Juventude juntamente com o poder público a realização do encontro cuja pauta principal é o Plano Municipal de Juventude. O Conselho, composto por jovens entre 16 e 29 anos, é responsável pelo controle social de políticas públicas direcionadas à juventude da Prefeitura de Fortaleza.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Feminista francesa

Em 1976, numa entrevista, Beauvoir dizia que as mudanças pelas quais lutara não se realizariam durante a sua vida. “Talvez daqui a quatro gerações.” Que importância tem hoje ‘O Segundo Sexo’? Cem anos depois do seu nascimento, a França ainda se comove com ela
Publicado em 1949, tinha Simone de Beauvoir 41 anos, ‘O Segundo Sexo’ viria a ser considerado uma marca fundamental no pensamento feminista do século XX, abrindo caminhos para a teorização em torno das desigualdades construídas em função das diferenças entre os sexos. Composto por dois volumes (Factos e Mitos e A experiência vivida), o livro debate a situação da mulher, do ponto de vista biológico, sociológico e psicanalítico, inaugurando problemáticas relativas às instâncias de poder na sociedade contemporânea e às diferentes formas (tantas vezes conflituais) de dominação. Reflectindo, pois, sobre as razões históricas e os mitos que fundaram a sociedade patriarcal e a sustentam e que trataram a mulher como um “segundo sexo”, silenciando-a e relegando-a para um lugar de subalternidade, Beauvoir irá apontar soluções que visam à igualdade entre os seres humanos.
Fonte de inspiração para autoras como Betty Friedan, que lhe dedicou o seu já clássico ‘The Feminine Mystique‘ (1963), ‘O Segundo Sexo’ antecipa, de forma admirável, o feminismo da chamada “segunda vaga”, que surgiria quase três décadas depois, com o movimento de libertação das mulheres a desenvolver-se, no final dos anos 60, a par de outros movimentos sociais de contestação, de carácter transnacional – as lutas pelos direitos cívicos, os movimentos estudantis, as preocupações ecossistémicas, a reivindicação, por parte das minorias, de uma voz e de um lugar que fosse seu. “A disputa durará enquanto os homens e as mulheres não se reconhecerem como semelhantes, isto é, enquanto se perpetuar a feminilidade como tal”, escrevia Beauvoir. Entendendo “feminilidade” como uma construção, a teorização de Beauvoir é levada a cabo a partir da dupla edificação deste conceito dentro do paradigma patriarcal – o “feminino” como essência e o “feminino” como código de regras comportamentais.Sexo e géneroAntecipando os movimentos feministas, Beauvoir antecipa ainda aquela que viria a ser uma das pedras de toque teóricas para os estudos feministas de raiz anglo-americana: a apropriação da palavra “género”, para significar a construção social de uma diferença orientada em função da biologia, por oposição a “sexo”, que designaria somente a componente biológica. É a partir da frase já célebre de O Segundo Sexo “On ne naît pas femme, on le devient” (”Não nascemos mulheres, tornamo-nos mulheres”), que teóricas feministas como Joan Scott irão, nos anos 80, reflectir sobre o estabelecimento da diferença entre “sexo” e género (”diferença sexual socialmente construída”), desafiando e questionando a noção de que a biologia é determinante para os papéis atribuídos às mulheres e de que existe uma “essência feminina”. Assim, dentro de um quadro conceptual feminista, a questão proposta por Beauvoir é crucial, visto denunciar o carácter eminentemente artificial da categoria “mulher”: um ser humano do sexo feminino “não nasce mulher”, antes “se torna mulher”, através da aprendizagem e repetição de gestos, posturas e expressões que lhe são transmitidos ao longo da vida. Só por isto se teria O Segundo Sexo mantido actual. Surpreendente é que novas teorias, como a teoria queer, surgida há pouco mais de uma década, emergente dos estudos feministas e devedora dos estudos gay e lésbicos, revisitem Beauvoir e a sua célebre frase. Tendo como um dos seus nomes mais marcantes Judith Butler, a teoria queer assume-se como emancipatória, ao defender que as identidades são criadas pela repetição de certos actos culturalmente inscritos no corpo. Reagindo às políticas de identidade, que haviam sido, nas décadas de 70 e 80, fulcrais para o sucesso das políticas de inclusão social, Judith Butler, e o seus Gender Trouble (1990) e Undoing Gender (2004), partem desse “On ne naît pas femme, on le devient”, de Beauvoir, para acentuar a ideia de que a identidade é fluida e instável e de que “género” é um conjunto de actos performativos. Neste caso, em lugar de se ler “Não nascemos mulheres, tornamo-nos mulheres”, poderia ler-se “Ninguém nasce mulher, torna-se mulher”, ou seja, todos e todas nós aprendemos a construir identidades a partir de modelos aparentemente matriciais, que se foram depois cristalizando, mas que são, eles próprios, simulacros. A ênfase é, pois, colocada na transformação – que, podendo ser limitação, pode igualmente expandir-se para gesto de liberdade.Em 1976, numa entrevista, Simone de Beauvoir dizia que as mudanças pelas quais lutara não se realizariam durante a sua vida. “Talvez daqui a quatro gerações”, acrescentava. Para esta jovem teoria, a lição de Beauvoir coloca-se também num “devir”, esse devenir de que, há quase 50 anos, ela falava. Jovem, outra vez, neste ano que celebra o centenário do seu nascimento.
Ana Luísa Amaral
Escritora, e professora de Literatura Anglo-Americana e de Estudos Feministas na Faculdade de Letras do Porto
via: Público
Fonte: http://feministactual.wordpress.com/2008/01/09/simone-de-beauvoir-ninguem-nasce-mulher-torna-se-mulher/
A superioridade em termos de humanidade não foi dada ao sexo que dá a vida, mas àquele que a mata.
Simone de Beauvoir, 1908-1986, escritora feminista francesa, The second sex
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