
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
...

Caio na loucura tempestiva de sentimentos sem ao menos saber o quão isso é significativo. Terminologias variáveis de uma mente que jamais pensou em retaliar seus sonhos. Vivemos, amamos, nos decepcionamos, levantamos e continuamos. Saber o que é refutável em minha alma jamais passou em minha maior ilusão. Temo que o percurso não seja efetivado mesmo que a vida nos leve para caminhos ardorosos. Combater o que já não nos anima mais é uma eterna luta... Mas desistir do combate jamais.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Moção da apoio das assistentes sociais.
Nós, assistentes sociais, delegadas/os, observadores/ as e convidadas/os reunidas/os no 38º EncontroNacional CFESS/CRESS realizado em Campo Grande/MS no período de 06 a 09 de setembro de 2009 manifestamos nosso apoio ao Manifesto contra a criminalização das mulheres que praticam aborto apresentado pelaFrente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pelaLegalização do Aborto.
Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda temos uma legislação do século passado – 1940 –, que criminaliza a mulher e quem a ajudar.
A criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de clandestinidade, ao qual se associam graves perigos para as suas vidas, saúde física e psíquica, e não contribui para reduzir este grave problema de saúde pública.
As mulheres pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades, são as que mais sofrem com a criminalização. São estas que recorrem a clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado, opções seguras para as mulheres ricas.
A estratégia dos setores ultraconservadores, religiosos, intensificada desde o final da década de 1990, tem sido o “estouro” de clínicas clandestinas que fazem aborto. Os objetivos destes setoresconservadores são punir as mulheres e levá-las à prisão. Em diferentes Estados, os Ministérios Públicos, ao invés de garantirem a proteção das cidadãs, têm investido esforços na perseguição e investigação de mulheres que recorreram à prática do aborto. Fichas e prontuários médicos de clínicas privadas que fazem procedimento de aborto foram recolhidos, numa evidente disposição de aterrorizar e criminalizar as mulheres. No caso do Mato Grosso do Sul, foram quase 10 mil mulheres ameaçadas de indiciamento; algumas já foram processadas e punidas com a obrigação de fazer trabalhos em creches, cuidando de bebês, num flagrante ato de violência psicológica contra estas mulheres.
A estas ações efetuadas pelo Judiciário somam-se os maus tratos e humilhação que as mulheres sofrem em hospitais quando, em processo de abortamento, procuram atendimento. Neste mesmo contexto, o Congresso Nacional aproveita para arrancar manchetes de jornais com projetos de lei que criminalizam cada vez mais as mulheres.
Deputados elaboram Projetos de Lei como o “bolsa estupro”, que propõe uma bolsa mensal de um salário mínimo à mulher para manter a gestação decorrente de um estupro. A exemplo deste PL, existem muitos outros similares.
A criminalização das mulheres e de todas as lutas libertárias é mais uma expressão do contexto reacionário, criado e sustentado pelo patriarcado capitalista globalizado em associação com setores religiosos fundamentalistas. Querem retirar direitos conquistados e manter o controle sobre as pessoas, especialmente sobre os corpos e a sexualidade das mulheres.
Ao contrário da prisão e condenação das mulheres, o que necessitamos e queremos é uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple todas as condições para uma prática sexual segura.
A maternidade deve ser uma decisão livre e desejada e não uma obrigação das mulheres. Deve ser compreendida como função social e, portanto, o Estado deve prover todas as condições para que as mulheres decidam soberanamente se querem ou não ser mães, e quando querem. Para aquelas que desejam ser mães devem ser asseguradas condições econômicas e sociais, através de políticas públicas universais que garantam assistência a gestação, parto e puerpério, assim como os cuidados necessários ao desenvolvimento pleno de uma criança: creche, escola, lazer, cultura, saúde.
As mulheres que desejam evitar gravidez devem ter garantido o planejamento reprodutivo e as quenecessitam interromper uma gravidez indesejada deve ser assegurado o atendimento ao aborto legal e seguro no sistema público de saúde.
Neste contexto, não podemos nos calar!
Nós, sujeitos políticos, movimentos sociais, organizações políticas, lutadores e lutadoras sociais e pelos diretos humanos, reafirmamos nosso compromisso com a construção de um mundo justo, fraterno e solidário, nos rebelamos contra a criminalização das mulheres que fazem aborto, nosreunimos nesta Frente para lutar pela dignidade e cidadania de todas as mulheres.
Nenhuma mulher deve ser impedida de ser mãe. E nenhuma mulher pode ser obrigada a ser mãe.
Por uma política que reconheça a autonomia das mulheres e suas decisões sobre seu corpo esexualidade.
Pela defesa da democracia e do principio constitucional do Estado laico, que deve atender a todas etodos, sem se pautar por influências religiosas e com base nos critérios da universalidade do atendimento da saúde!
Por uma política que favoreça a mulheres e homens um comportamento preventivo, que promova de forma universal o acesso a todos os meios de proteção à saúde, de concepção e anticoncepção, sem coerção e com respeito.
Nenhuma mulher deve ser presa, maltratada ou humilhada por ter feito aborto!
Dignidade, autonomia, cidadania para as mulheres!
Pela não criminalização das mulheres!
Campo Grande- MS, 09 de setembro de 2009.
Conselho Federal de Serviço Social (CFESS)
Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS)
Aprovada na Plenária Final do 38º. Encontro Nacional
Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda temos uma legislação do século passado – 1940 –, que criminaliza a mulher e quem a ajudar.
A criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de clandestinidade, ao qual se associam graves perigos para as suas vidas, saúde física e psíquica, e não contribui para reduzir este grave problema de saúde pública.
As mulheres pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades, são as que mais sofrem com a criminalização. São estas que recorrem a clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado, opções seguras para as mulheres ricas.
A estratégia dos setores ultraconservadores, religiosos, intensificada desde o final da década de 1990, tem sido o “estouro” de clínicas clandestinas que fazem aborto. Os objetivos destes setoresconservadores são punir as mulheres e levá-las à prisão. Em diferentes Estados, os Ministérios Públicos, ao invés de garantirem a proteção das cidadãs, têm investido esforços na perseguição e investigação de mulheres que recorreram à prática do aborto. Fichas e prontuários médicos de clínicas privadas que fazem procedimento de aborto foram recolhidos, numa evidente disposição de aterrorizar e criminalizar as mulheres. No caso do Mato Grosso do Sul, foram quase 10 mil mulheres ameaçadas de indiciamento; algumas já foram processadas e punidas com a obrigação de fazer trabalhos em creches, cuidando de bebês, num flagrante ato de violência psicológica contra estas mulheres.
A estas ações efetuadas pelo Judiciário somam-se os maus tratos e humilhação que as mulheres sofrem em hospitais quando, em processo de abortamento, procuram atendimento. Neste mesmo contexto, o Congresso Nacional aproveita para arrancar manchetes de jornais com projetos de lei que criminalizam cada vez mais as mulheres.
Deputados elaboram Projetos de Lei como o “bolsa estupro”, que propõe uma bolsa mensal de um salário mínimo à mulher para manter a gestação decorrente de um estupro. A exemplo deste PL, existem muitos outros similares.
A criminalização das mulheres e de todas as lutas libertárias é mais uma expressão do contexto reacionário, criado e sustentado pelo patriarcado capitalista globalizado em associação com setores religiosos fundamentalistas. Querem retirar direitos conquistados e manter o controle sobre as pessoas, especialmente sobre os corpos e a sexualidade das mulheres.
Ao contrário da prisão e condenação das mulheres, o que necessitamos e queremos é uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple todas as condições para uma prática sexual segura.
A maternidade deve ser uma decisão livre e desejada e não uma obrigação das mulheres. Deve ser compreendida como função social e, portanto, o Estado deve prover todas as condições para que as mulheres decidam soberanamente se querem ou não ser mães, e quando querem. Para aquelas que desejam ser mães devem ser asseguradas condições econômicas e sociais, através de políticas públicas universais que garantam assistência a gestação, parto e puerpério, assim como os cuidados necessários ao desenvolvimento pleno de uma criança: creche, escola, lazer, cultura, saúde.
As mulheres que desejam evitar gravidez devem ter garantido o planejamento reprodutivo e as quenecessitam interromper uma gravidez indesejada deve ser assegurado o atendimento ao aborto legal e seguro no sistema público de saúde.
Neste contexto, não podemos nos calar!
Nós, sujeitos políticos, movimentos sociais, organizações políticas, lutadores e lutadoras sociais e pelos diretos humanos, reafirmamos nosso compromisso com a construção de um mundo justo, fraterno e solidário, nos rebelamos contra a criminalização das mulheres que fazem aborto, nosreunimos nesta Frente para lutar pela dignidade e cidadania de todas as mulheres.
Nenhuma mulher deve ser impedida de ser mãe. E nenhuma mulher pode ser obrigada a ser mãe.
Por uma política que reconheça a autonomia das mulheres e suas decisões sobre seu corpo esexualidade.
Pela defesa da democracia e do principio constitucional do Estado laico, que deve atender a todas etodos, sem se pautar por influências religiosas e com base nos critérios da universalidade do atendimento da saúde!
Por uma política que favoreça a mulheres e homens um comportamento preventivo, que promova de forma universal o acesso a todos os meios de proteção à saúde, de concepção e anticoncepção, sem coerção e com respeito.
Nenhuma mulher deve ser presa, maltratada ou humilhada por ter feito aborto!
Dignidade, autonomia, cidadania para as mulheres!
Pela não criminalização das mulheres!
Campo Grande- MS, 09 de setembro de 2009.
Conselho Federal de Serviço Social (CFESS)
Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS)
Aprovada na Plenária Final do 38º. Encontro Nacional
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Lula inaugura primeiro Cuca em Fortaleza

BARRA DO CEARÁ: amanhã, as apresentações começam às 16h. Mas a solenidade de inauguração só deverá acontecer após as 18h, quando chegam ao local o presidente e sua comitiva (Foto: Thiago Gaspar)
Cuca reconhece vivências e experiências culturais já existentes na comunidade, ressalta Carla da EscóssiaPromessa de campanha ainda da primeira gestão da prefeita Luizianne Lins, o projeto do Centro Urbano de Cultura, Arte, Ciência e Esporte de Fortaleza (Cuca) sai do papel e chega em meio às melhores expectativas no que se refere à criação de um espaço de expressão e produção cultural para jovens da Capital. A primeira unidade, o Cuca Che Guevara, no antigo Clube de Regatas da Barra do Ceará, será inaugurado amanhã, com a presença do presidente Lula, que antes irá a Sobral e a Limoeiro.A idéia da Prefeitura é construir uma unidade em cada uma das Secretarias Executivas Regionais (SERs), mas desta vez a beneficiada será a comunidade da SER I. O Cuca Che Guevara é dotado de infra-estrutura composta por quadras poliesportivas, quadra de areia, pista para esportes radicais, piscina semiolímpica, sala de aula para artes cênicas, salas multiuso, biblioteca, oficina de artes plásticas, laboratório de informática, estúdios de áudio, de TV e vídeo, laboratório de apoio tecnológico, ilhas de edição, rádio comunitária, laboratório fotográfico, mini-estúdio de fotografia, cineclube, usina de reciclagem e educação ambiental e incubadora de idéias.Os Cucas são uma demanda do Orçamento Participativo (OP). O público-alvo são os jovens de 15 a 29 anos, explica a coordenadora do projeto, Carla da Escóssia. Na primeira unidade, de outubro a novembro, serão ofertadas 540 vagas nas áreas de esportes, línguas, informática, teatro, comunicação popular, música e fotografia.Para Carla da Escóssia, é preciso ressaltar que os Cucas investem no potencial artístico e educacional da juventude, e que além de proporcionar lazer reconhece os projetos já existentes na comunidade. "Essa primeira unidade terá ainda um espaço em forma de praça para encontro dos jovens", disse.Amanhã, embora as atividades artísticas e esportivas estejam previstas para começar às 16h, a solenidade de inauguração propriamente dita só deverá acontecer após as 18h, quando chegam ao local o presidente e sua comitiva, bem como a prefeita da Capital.Além das fala dos políticos, a programação incluirá a demonstração de atletas cearenses e a participação do campeão da segunda etapa do Circuito Brasileiro e Cearense de Skate Amador, Carlos Trator. Já os artistas circenses e de cultura popular darão as boas vindas ao público convidado.SobralUm dia antes da visita do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, Sobral já sente algumas mudanças, principalmente no entorno do prédio que abrigará o campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologica do Ceará (IFCE). Desde a tarde de ontem, o trecho da Avenida Doutor Guarani, que passa em frente ao Instituto, foi fechado para o tráfego de veículos cedendo espaço para a montagem do palanque que receberá o presidente e demais autoridades. Devem fazer parte da comitiva de Lula os ministros da Educação, Fernando Haddad, da Previdência Social, José Pimentel, da Casa Civil, Dilma Rousseff, e das Cidades, Márcio Fortes.Antes, o presidente deverá visitar as obras do Campus da Universidade Federal do Ceará (UFC), previsto para as 12h30, e, em seguida, participa da inauguração simultânea dos Campus dos IFCE de Sobral e Limoeiro do Norte. Na visita, o presidente deverá, ainda, a criação da rede de educação profissional no Interior cearense, que será composta por 50 escolas, 20 das quais terão as construções iniciadas na sexta-feira, orçadas em R$ 140 milhões.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Briga de cachorro grande
Eu quero é que se degladiem na busca desenfreada pelo ibope marginal, centralizador e despolitizado. Segue reportagem do blog: amigos do Presidente Lula.


Na guerra entre Rede Record e Globo, ficamos sabendo que,o promotor Roberto Porto, do Mnistério Público paulista, favoreceu a Globo (o que não é nenhuma novdade). O "Repórter Record" questionou sua isenção e afirmou que Porto foi punido por beneficiar a TV Globo ao gravar escondido, uma"entrevista com Fernandinho Beira Mar, no presidio de segurança máxima.O promotor ficou afastado do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) de novembro de 2003 a abril de 2004, por causa da divulgação da gravação do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, reclamando do Regime Disciplinar Diferenciado na penitenciária de Presidente Bernardes. A entrevista foi levada ao ar pela TV Globo.O programa Repórter Record, exibido na noite de domingo, 16, foi bombástico, porque veiculou pela primeira vez na grande mídia denúncias contra a rede Globo que eram abafadas e só circulavam nos bastidores.Ficamos sabendo também da relação íntima ente a Globo e o PSDB paulista.A Rede Globo ocupa um terreno público(doado pelos tucanos, o terreno pertencente à Secretaria de Economia de SP), que pertence ao estado d S.Paulo, mas usa o espaço como se fosse propriedade privada, restringindo o acesso de pessoas que não fazem parte da empresa. O governador José Serra e o prefeito Gilberto Kassab estão se fazendo de mortos. Ainda não deram declaração sobre o casoA Globo da "compra" fraudulenta da Tv PaulistaO programa mostrou ainda documentos e conclusões da Justiça sobre a misteriosa compra da TV Paulista (atual Globo São Paulo), que tem a propriedade requerida na Justiça. A Globo, segundo a Record, teria fraudado documentos para justificar a compra.Também foram mostrados casos de empréstimos contraídos pela Globo em 1999, na Caixa Econômica e no BNDES, considerados irregulares.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
JPT: Na luta pela aprovação do Estatuto da Juventude

A Câmara dos Deputados instalou uma comissão especial para debater o PL 4529/04, que cria o Estatuto da Juventude. Através desse projeto a juventude brasileira poderá ter seus direitos regulamentados. O Estatuto será um marco legal no que diz respeito à garantia de mecanismos a fomentação de políticas publicas especificas para os/as jovens, sendo esse, um marco histórico para a luta dos movimentos juvenis.
O Estatuto define como deveres da sociedade, da família e do Poder Público, por exemplo, assegurar aos jovens direitos à participação social e política, à igualdade racial e de gênero, à saúde e à sexualidade, à educação e à profissionalização e ao trabalho. Em outras palavras, a juventude terá um instrumento jurídico e político para elaborar, fiscalizar e executar as políticas publicas, reconhecendo os/as jovens como atores sociais para a transformação de outro modelo de sociedade, mais igualitária e sustentável.
Em Fortaleza já esta acontecendo às etapas preparatórias para I Congresso de Municipal de Juventude, onde, através das suas plenárias temáticas e territoriais a juventude poderá debater sobre as especificidades dos seus bairros e regionais, acumulando para a construção do Estatuto Nacional e do Plano Municipal.
A Juventude do Partido dos Trabalhadores tem como objetivo fortalecer a atuação dos/das jovens que militam com o tema das políticas publicas especificas, articulando as juventudes dos bairros, dos movimentos populares, nas escolas e nas universidades. Precisamos aprofundar as resoluções do I Congresso da JPT, dando visibilidade e mobilizando a juventude para a aprovação do Plano Nacional de Juventude, Estatuto da Juventude e PEC da Juventude.
O Estatuto define como deveres da sociedade, da família e do Poder Público, por exemplo, assegurar aos jovens direitos à participação social e política, à igualdade racial e de gênero, à saúde e à sexualidade, à educação e à profissionalização e ao trabalho. Em outras palavras, a juventude terá um instrumento jurídico e político para elaborar, fiscalizar e executar as políticas publicas, reconhecendo os/as jovens como atores sociais para a transformação de outro modelo de sociedade, mais igualitária e sustentável.
Em Fortaleza já esta acontecendo às etapas preparatórias para I Congresso de Municipal de Juventude, onde, através das suas plenárias temáticas e territoriais a juventude poderá debater sobre as especificidades dos seus bairros e regionais, acumulando para a construção do Estatuto Nacional e do Plano Municipal.
A Juventude do Partido dos Trabalhadores tem como objetivo fortalecer a atuação dos/das jovens que militam com o tema das políticas publicas especificas, articulando as juventudes dos bairros, dos movimentos populares, nas escolas e nas universidades. Precisamos aprofundar as resoluções do I Congresso da JPT, dando visibilidade e mobilizando a juventude para a aprovação do Plano Nacional de Juventude, Estatuto da Juventude e PEC da Juventude.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Fundação Cultural Palmares lança edital para apoio a projetos culturais
A Fundação Cultural Palmares, instituição vinculada ao Ministério da Cultura, realiza seleção pública para apoio a projetos culturais com o lançamento do edital Idéias Criativas para 20 de novembro - Dia Nacional da Consciência Negra 2009, com o tema Renascimento Africano Fesman.O objetivo é selecionar idéias criativas em todo o país, que tragam em seu conteúdo, por meio de atividades culturais, subsídios para a promoção da Lei nº 10.639/03, tendo como público alvo crianças e jovens em idade escolar.A lei, que torna obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afrobrasileira, prevê o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.O período de inscrição é de 31 de julho a 14 de setembro e os projetos deverão ser enviados somente por meio dos serviços de postagem da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT).Leia o Manual de Orientação.A relação dos projetos inscritos será divulgada no site da FCP.
Fonte: http://www.palmares.gov.br/
Fonte: http://www.palmares.gov.br/
O II Curso de Realização em Audiovisual da Vila das Artes tem certificação do Departamento de Comunicação Social da UFC.
A Prefeitura Municipal de Fortaleza torna público, a partir desta segunda-feira, dia 10 de agosto, o edital de seleção para a segunda turma do Curso de Realização em Audiovisual da Vila das Artes, oferecido em parceria com a Universidade Federal do Ceará, através do Departamento de Comunicação Social. O edital está disponível no site www.fortaleza.ce.gov.br. O Curso de Realização em Audiovisual tem por objetivo fomentar um espaço para o surgimento de novas gerações de realizadores capazes de desenvolver parâmetros artísticos e organizacionais próprios para realizar projetos autorais que tenham como suporte os meios audiovisuais. O público alvo são pessoas sensíveis às linguagens artísticas, que revelem vocação para a produção autoral e que desejem mergulhar, ao longo de dois anos (1.700 horas/aula), nos estudos teóricos e técnicos, produzindo e criando um pensamento crítico e intelectual sobre o fazer audiovisual.Realizado em parceria com o Departamento de Comunicação Social da UFC, responsável pela certificação, o curso é gratuito e terá início em 2010 no período da manhã (8h às 12h). São oferecidas 40 vagas, das quais 50% são destinadas para alunos que tenham concluído o ensino médio em escolas da rede pública. Os alunos que concluíram o ensino médio em escola pública também terão isenção na taxa de inscrição (R$ 20,00) que deverá ser solicitada nos dias 10 e 11 de setembro. As inscrições deverão ser feitas exclusivamente pela internet através do site http://www.ccv.ufc.br, de 23 a 27 de setembro.O curso reflete sobre o audiovisual e suas inovações estéticas, dialogando com a contemporaneidade, com as artes e a cidade. O diferencial do II Curso é um maior diálogo com a cidade, fruto de uma reflexão crítica feita por alunos da primeira turma, conselheiros e coordenação do curso.Além das disciplinas práticas e teóricas, o aluno terá atividades opcionais de formação como Cineclube (exibição de filmes de arte) e Debates Incalculáveis (debates mensais sobre questões da arte contemporânea).Serviço:Inscrições para o II Curso de Realização em Audiovisual da Vila das Artes, somente pelo site www.ccv.ufc.br. Edital disponível no site www.fortaleza.ce.gov.br. Taxa de R$ 20,00 para inscrição - isenção para alunos da rede pública de ensino. Informações na Vila das Artes (rua 24 de Maio, 1221, Centro) ou pelos telefones (85) 3252-1444 e 3105-1404. Curso gratuito.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
I Congresso Municipal de Juventude será lançado dia 07 de agosto

A Prefeitura Municipal de Fortaleza e o Conselho Municipal de Juventude (CMJ) lançam no dia 07 de agosto de 2009 o I Congresso Municipal de Juventude. O lançamento vai acontecer a partir das 18 horas, na Praça do Ferreira, com a participação da banda Cordel do Fogo Encantado.
O objetivo do encontro é a elaboração do Plano Municipal de Juventude, um dos instrumentos legais para a consolidação da política voltada para os (as) jovens de Fortaleza. O documento final será apresentado à Câmara de Vereadores, aos órgãos governamentais e à sociedade civil.
A partir deste mês, acontecerão as etapas preparatórias, com plenárias temáticas e territoriais, que servirão para aprofundar o debate, tendo como base as resoluções da I Conferência Municipal de Juventude, ocorrida em janeiro de 2008. Durante os encontros preparatórios, os jovens irão discutir o documento feito na Conferência e irão elaborar a minuta do Plano Municipal de Juventude. Este documento será aprovado em plenária final, em novembro de 2009.
O desafio do Congresso é concluir a elaboração participativa e democrática do Plano Municipal de Juventude. Com o documento, a Prefeitura de Fortaleza terá metas e objetivos estratégicos para os próximos dez anos. Hoje, mais de 20 mil jovens são atendidos por políticas decididas e/ou formatadas em espaços participativos, como o Orçamento Participativo, Plano Plurianual, Conferência Municipal de Juventude e CMJ.
A Prefeitura de Fortaleza acredita que o Congresso de Juventude representará o comprometimento do poder público e seus parceiros com ações de longo prazo.
Determinação da lei - A realização do Congresso de Juventude está prevista na lei 9.204/ 2007, na qual estabelece que seja dever do Conselho Municipal de Juventude juntamente com o poder público a realização do encontro cuja pauta principal é o Plano Municipal de Juventude. O Conselho, composto por jovens entre 16 e 29 anos, é responsável pelo controle social de políticas públicas direcionadas à juventude da Prefeitura de Fortaleza.
O objetivo do encontro é a elaboração do Plano Municipal de Juventude, um dos instrumentos legais para a consolidação da política voltada para os (as) jovens de Fortaleza. O documento final será apresentado à Câmara de Vereadores, aos órgãos governamentais e à sociedade civil.
A partir deste mês, acontecerão as etapas preparatórias, com plenárias temáticas e territoriais, que servirão para aprofundar o debate, tendo como base as resoluções da I Conferência Municipal de Juventude, ocorrida em janeiro de 2008. Durante os encontros preparatórios, os jovens irão discutir o documento feito na Conferência e irão elaborar a minuta do Plano Municipal de Juventude. Este documento será aprovado em plenária final, em novembro de 2009.
O desafio do Congresso é concluir a elaboração participativa e democrática do Plano Municipal de Juventude. Com o documento, a Prefeitura de Fortaleza terá metas e objetivos estratégicos para os próximos dez anos. Hoje, mais de 20 mil jovens são atendidos por políticas decididas e/ou formatadas em espaços participativos, como o Orçamento Participativo, Plano Plurianual, Conferência Municipal de Juventude e CMJ.
A Prefeitura de Fortaleza acredita que o Congresso de Juventude representará o comprometimento do poder público e seus parceiros com ações de longo prazo.
Determinação da lei - A realização do Congresso de Juventude está prevista na lei 9.204/ 2007, na qual estabelece que seja dever do Conselho Municipal de Juventude juntamente com o poder público a realização do encontro cuja pauta principal é o Plano Municipal de Juventude. O Conselho, composto por jovens entre 16 e 29 anos, é responsável pelo controle social de políticas públicas direcionadas à juventude da Prefeitura de Fortaleza.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Feminista francesa

Em 1976, numa entrevista, Beauvoir dizia que as mudanças pelas quais lutara não se realizariam durante a sua vida. “Talvez daqui a quatro gerações.” Que importância tem hoje ‘O Segundo Sexo’? Cem anos depois do seu nascimento, a França ainda se comove com ela
Publicado em 1949, tinha Simone de Beauvoir 41 anos, ‘O Segundo Sexo’ viria a ser considerado uma marca fundamental no pensamento feminista do século XX, abrindo caminhos para a teorização em torno das desigualdades construídas em função das diferenças entre os sexos. Composto por dois volumes (Factos e Mitos e A experiência vivida), o livro debate a situação da mulher, do ponto de vista biológico, sociológico e psicanalítico, inaugurando problemáticas relativas às instâncias de poder na sociedade contemporânea e às diferentes formas (tantas vezes conflituais) de dominação. Reflectindo, pois, sobre as razões históricas e os mitos que fundaram a sociedade patriarcal e a sustentam e que trataram a mulher como um “segundo sexo”, silenciando-a e relegando-a para um lugar de subalternidade, Beauvoir irá apontar soluções que visam à igualdade entre os seres humanos.
Fonte de inspiração para autoras como Betty Friedan, que lhe dedicou o seu já clássico ‘The Feminine Mystique‘ (1963), ‘O Segundo Sexo’ antecipa, de forma admirável, o feminismo da chamada “segunda vaga”, que surgiria quase três décadas depois, com o movimento de libertação das mulheres a desenvolver-se, no final dos anos 60, a par de outros movimentos sociais de contestação, de carácter transnacional – as lutas pelos direitos cívicos, os movimentos estudantis, as preocupações ecossistémicas, a reivindicação, por parte das minorias, de uma voz e de um lugar que fosse seu. “A disputa durará enquanto os homens e as mulheres não se reconhecerem como semelhantes, isto é, enquanto se perpetuar a feminilidade como tal”, escrevia Beauvoir. Entendendo “feminilidade” como uma construção, a teorização de Beauvoir é levada a cabo a partir da dupla edificação deste conceito dentro do paradigma patriarcal – o “feminino” como essência e o “feminino” como código de regras comportamentais.Sexo e géneroAntecipando os movimentos feministas, Beauvoir antecipa ainda aquela que viria a ser uma das pedras de toque teóricas para os estudos feministas de raiz anglo-americana: a apropriação da palavra “género”, para significar a construção social de uma diferença orientada em função da biologia, por oposição a “sexo”, que designaria somente a componente biológica. É a partir da frase já célebre de O Segundo Sexo “On ne naît pas femme, on le devient” (”Não nascemos mulheres, tornamo-nos mulheres”), que teóricas feministas como Joan Scott irão, nos anos 80, reflectir sobre o estabelecimento da diferença entre “sexo” e género (”diferença sexual socialmente construída”), desafiando e questionando a noção de que a biologia é determinante para os papéis atribuídos às mulheres e de que existe uma “essência feminina”. Assim, dentro de um quadro conceptual feminista, a questão proposta por Beauvoir é crucial, visto denunciar o carácter eminentemente artificial da categoria “mulher”: um ser humano do sexo feminino “não nasce mulher”, antes “se torna mulher”, através da aprendizagem e repetição de gestos, posturas e expressões que lhe são transmitidos ao longo da vida. Só por isto se teria O Segundo Sexo mantido actual. Surpreendente é que novas teorias, como a teoria queer, surgida há pouco mais de uma década, emergente dos estudos feministas e devedora dos estudos gay e lésbicos, revisitem Beauvoir e a sua célebre frase. Tendo como um dos seus nomes mais marcantes Judith Butler, a teoria queer assume-se como emancipatória, ao defender que as identidades são criadas pela repetição de certos actos culturalmente inscritos no corpo. Reagindo às políticas de identidade, que haviam sido, nas décadas de 70 e 80, fulcrais para o sucesso das políticas de inclusão social, Judith Butler, e o seus Gender Trouble (1990) e Undoing Gender (2004), partem desse “On ne naît pas femme, on le devient”, de Beauvoir, para acentuar a ideia de que a identidade é fluida e instável e de que “género” é um conjunto de actos performativos. Neste caso, em lugar de se ler “Não nascemos mulheres, tornamo-nos mulheres”, poderia ler-se “Ninguém nasce mulher, torna-se mulher”, ou seja, todos e todas nós aprendemos a construir identidades a partir de modelos aparentemente matriciais, que se foram depois cristalizando, mas que são, eles próprios, simulacros. A ênfase é, pois, colocada na transformação – que, podendo ser limitação, pode igualmente expandir-se para gesto de liberdade.Em 1976, numa entrevista, Simone de Beauvoir dizia que as mudanças pelas quais lutara não se realizariam durante a sua vida. “Talvez daqui a quatro gerações”, acrescentava. Para esta jovem teoria, a lição de Beauvoir coloca-se também num “devir”, esse devenir de que, há quase 50 anos, ela falava. Jovem, outra vez, neste ano que celebra o centenário do seu nascimento.
Ana Luísa Amaral
Escritora, e professora de Literatura Anglo-Americana e de Estudos Feministas na Faculdade de Letras do Porto
via: Público
Fonte: http://feministactual.wordpress.com/2008/01/09/simone-de-beauvoir-ninguem-nasce-mulher-torna-se-mulher/
A superioridade em termos de humanidade não foi dada ao sexo que dá a vida, mas àquele que a mata.
Simone de Beauvoir, 1908-1986, escritora feminista francesa, The second sex
domingo, 2 de agosto de 2009
Dica de programa
Gostaria de indicar um programa que salvou minha vida esse final de semana. Sem querer baixei um vírus foda que quase me fez formatar o PC, mas graça a este programa salvei meu PC e resgatei minha paciência. Esse vírus desinstala o antivírus e destroi todos os programas, eis a dica: o programa é o ELIBAGLA.
http://www.zonavirus.com/descargas/elibagla.asp
http://www.zonavirus.com/descargas/elibagla.asp
segunda-feira, 27 de julho de 2009
2ª Parada Gay em Pacatuba - CE

Domingo, 26/07, é dia da 2ª Parada de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros (LGBTT) em Pacatuba.
O evento ocorre a partir das 16h no cruzamento da Avenida 17 com Avenida B do Conjunto Jereissati.
Na ocasião haverá show da Banda Awê, bem como apresentação do DJ Califa e do grupo Mandacarú, de Caucaia. A previsão é de um público superior a três mil pessoas.A Parada Gay de Pacatuba é organizada pela Coordenadoria da Diversidade Sexual do município, em parceria com a Fundação de Turismo e Cultura (Funtec) e Secretaria da Saúde.
Para o coordenador Sílvio Lúcio Nóbrega, a implantação da coordenadoria é uma mostra da postura da Prefeitura em relação ao público Homossexual. “Essa coordenadoria prova que Pacatuba está na luta por direitos iguais para todos”, afirma ele. Ainda de acordo com Sílvio, o evento de domingo já está no calendário das Paradas Gays do Governo do Estado.
Prova disso é que estarão presentes à manifestação representantes da Assessoria da Diversidade Sexual do Governo, e de entidades como o Grupo de Resistência Asa Branca (Grab), Grupo de Amor a Vida (Gab), entre outros. A Coordenadoria da Diversidade Sexual de Pacatuba funciona de segunda a sexta na Subprefeitura do Conjunto Jereissati II. A Subprefeitura está localizada na Rua 74, nº 880. O telefone é (85) 3384 3300.
2ª Parada LGBTT de Pacatuba
26/07/2009 - Domingo - 16h
Avenida 17 com Avenida B - Conjunto Jereissati
Pacatuba - CE
Coordenadoria da Diversidade Sexual de Pacatuba
mailto:ntfs20@hotmail.com
(85) 3384 3300
Calendário de Paradas Gays
http://migre.me/48iR
O evento ocorre a partir das 16h no cruzamento da Avenida 17 com Avenida B do Conjunto Jereissati.
Na ocasião haverá show da Banda Awê, bem como apresentação do DJ Califa e do grupo Mandacarú, de Caucaia. A previsão é de um público superior a três mil pessoas.A Parada Gay de Pacatuba é organizada pela Coordenadoria da Diversidade Sexual do município, em parceria com a Fundação de Turismo e Cultura (Funtec) e Secretaria da Saúde.
Para o coordenador Sílvio Lúcio Nóbrega, a implantação da coordenadoria é uma mostra da postura da Prefeitura em relação ao público Homossexual. “Essa coordenadoria prova que Pacatuba está na luta por direitos iguais para todos”, afirma ele. Ainda de acordo com Sílvio, o evento de domingo já está no calendário das Paradas Gays do Governo do Estado.
Prova disso é que estarão presentes à manifestação representantes da Assessoria da Diversidade Sexual do Governo, e de entidades como o Grupo de Resistência Asa Branca (Grab), Grupo de Amor a Vida (Gab), entre outros. A Coordenadoria da Diversidade Sexual de Pacatuba funciona de segunda a sexta na Subprefeitura do Conjunto Jereissati II. A Subprefeitura está localizada na Rua 74, nº 880. O telefone é (85) 3384 3300.
2ª Parada LGBTT de Pacatuba
26/07/2009 - Domingo - 16h
Avenida 17 com Avenida B - Conjunto Jereissati
Pacatuba - CE
Coordenadoria da Diversidade Sexual de Pacatuba
mailto:ntfs20@hotmail.com
(85) 3384 3300
Calendário de Paradas Gays
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sexta-feira, 24 de julho de 2009
ATAQUE DE MILÍCIA Á OCUPAÇÃO RAÍZES DA PRAIA.
Fortaleza-Ce, 22 de julho de 2009.
Esta madrugada, entre 1:30 e 2:30, foi de terror para as famílias acampadas na ocupação Raízes da Praia, que inclui mulheres grávidas, deficientes físicos, idosos e crianças. No final da manhã de ontem (21) os seguranças do Grupo Otoch, colocados dentro do terreno desde o conflito do dia 03 quando tentaram infrutiferamente expulsar à força as pessoas, foram retirados do terreno. Porém, durante à madrugada, cerca de 20 homens fortemente armados, alguns encapuzados, invadiram a ocupação disparando tiros e agredindo pessoas. Apesar do terror as famílias resistiram. Ligaram para o CIOPS, conforme orientação do próprio secretário interino de segurança. Quando uma viatura da PM chegou a agressão estava em pleno desenvolvimento. Ao ver a viatura a maioria dos agressores, como bom bandidos que são, fugiram para o fundo do terreno e pularam o muro (av. Dioguinho), arrodearam o quarteirão e voltaram para frente do terreno, sem entrar. Quatro milicianos ficaram e conversaram com os policiais, um dos encapuzados entrou numa viatura e saiu. Quando os moradores foram falar com os policiais, eles disseram que não podiam fazer nada pois o Grupo (máfia?) Otoch é muito poderoso, que o melhor era que abandonassem o terreno – como se a coragem e a fé do povo não fosse maior que o poder e a ruindade dos ricos.
Queremos ressaltar que dois policiais do 9º DP (Vicente Pizon) foram identificados entre os agressores, um conhecido como Carioca e um seu parceiro, ambos vistos na ocupação desde o primeiro dia defendendo os interesses dos que se dizem proprietário.
Os agressores chegaram em pelo menos dois carros identificados pela população, um GOL placa HXY 2619 e um FIESTA sem placa.
As viaturas que atenderam o chamado: Viatura nº 5521 do 5º BPM 1ª CIA, placa HYV 9073 e outra de placa HYA 1814.
Esperamos que diante deste fato a Prefeitura Municipal de Fortaleza agilize o prometido processo de desapropriação, antes que o Grupo Otoch e seus aliados provoquem matança de inocentes.
Pedimos a todos QUE DIVULGUEM esta mensagem o mais amplamente possível na rede, fazendo chegar especialmente a autoridades municipais, estaduais e judiciais, para que os bandidos à serviço do Capital saibam que nem todos os seus crimes podem ser escondidos pela escuridão da madrugada e pelas nuvens da forte chuva que castigou Fortaleza esta noite.
Até a Vitória!
Comissão Organizadora da Ocupação Raízes da Praia.
Esta madrugada, entre 1:30 e 2:30, foi de terror para as famílias acampadas na ocupação Raízes da Praia, que inclui mulheres grávidas, deficientes físicos, idosos e crianças. No final da manhã de ontem (21) os seguranças do Grupo Otoch, colocados dentro do terreno desde o conflito do dia 03 quando tentaram infrutiferamente expulsar à força as pessoas, foram retirados do terreno. Porém, durante à madrugada, cerca de 20 homens fortemente armados, alguns encapuzados, invadiram a ocupação disparando tiros e agredindo pessoas. Apesar do terror as famílias resistiram. Ligaram para o CIOPS, conforme orientação do próprio secretário interino de segurança. Quando uma viatura da PM chegou a agressão estava em pleno desenvolvimento. Ao ver a viatura a maioria dos agressores, como bom bandidos que são, fugiram para o fundo do terreno e pularam o muro (av. Dioguinho), arrodearam o quarteirão e voltaram para frente do terreno, sem entrar. Quatro milicianos ficaram e conversaram com os policiais, um dos encapuzados entrou numa viatura e saiu. Quando os moradores foram falar com os policiais, eles disseram que não podiam fazer nada pois o Grupo (máfia?) Otoch é muito poderoso, que o melhor era que abandonassem o terreno – como se a coragem e a fé do povo não fosse maior que o poder e a ruindade dos ricos.
Queremos ressaltar que dois policiais do 9º DP (Vicente Pizon) foram identificados entre os agressores, um conhecido como Carioca e um seu parceiro, ambos vistos na ocupação desde o primeiro dia defendendo os interesses dos que se dizem proprietário.
Os agressores chegaram em pelo menos dois carros identificados pela população, um GOL placa HXY 2619 e um FIESTA sem placa.
As viaturas que atenderam o chamado: Viatura nº 5521 do 5º BPM 1ª CIA, placa HYV 9073 e outra de placa HYA 1814.
Esperamos que diante deste fato a Prefeitura Municipal de Fortaleza agilize o prometido processo de desapropriação, antes que o Grupo Otoch e seus aliados provoquem matança de inocentes.
Pedimos a todos QUE DIVULGUEM esta mensagem o mais amplamente possível na rede, fazendo chegar especialmente a autoridades municipais, estaduais e judiciais, para que os bandidos à serviço do Capital saibam que nem todos os seus crimes podem ser escondidos pela escuridão da madrugada e pelas nuvens da forte chuva que castigou Fortaleza esta noite.
Até a Vitória!
Comissão Organizadora da Ocupação Raízes da Praia.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Comissão do Estatuto da Juventude define agenda de trabalho
Serão realizadas audiências públicas em agosto e setembro para ouvir representantes da sociedade civil em vários estados. Em outubro, haverá uma consulta pública na internet. A previsão é que o parecer da relatora da proposta, deputada Manuela D'Ávila (PCdoB-RS), também esteja pronto em outubro. A apresentação do relatório está marcada para a Semana do Parlamento Jovem Brasileiro (09 a 13 de novembro). Para o terceiro vice-presidente da Comissão, deputado federal Eudes Xavier (PT-CE), o Estatuto tem como principal objetivo ampliar os direitos sociais da juventude brasileira.Eudes ressalta que a idéia se coaduna com o Plano Nacional da Juventude, ora em discussão no Senado Federal. “Com essas duas normas, o País poderá fixar, de forma mais clara, políticas voltadas para o segmento, nas áreas de trabalho, direitos sociais, educação, lazer e esporte, pois a maioria dos jovens brasileiros não tem acesso a elas´, afirma o parlamentar petista. Eudes Xavier lembra que o Estatuto atualiza muitos aspectos previstos na Constituição Federal, principalmente com relação a políticas voltadas especificamente para a juventude. Diz ainda que de 1988 para cá houve mudanças significativas no comportamento e necessidades dos jovens. Para Ele, o Estatuto deve contemplar ainda a prevenção de drogas, garantindo locais para tratamento de usuários de drogas lícitas e ilícitas e campanhas nacionais de esclarecimento. ´Temos que agir diante dessa escalada do crack entre os jovens´, conclui.
terça-feira, 21 de julho de 2009
33 mil jovens deverão ser assassinados no Brasil entre 2006 e 2012, diz Unicef
Lamentavel essas estatisticas! Por isso faz-se necessario a aprovação da PEC e do Estatuto da juventude.


Jovem negro tem 2,6 mais chance de ser assassinado que um branco.Homicídios representam 45% das causas de morte entre os adolescentes.
Nathalia Passarinho e Rafael Targino Do G1, em Brasília
Mais de 33,5 mil jovens de 12 a 18 anos deverão perder a vida por homicídio entre 2006 e 2012, caso os índices de violência no país não se alterem nos próximos anos. O Índice de Homicídios na Adolescência (IHA), pesquisa realizada em conjunto pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e organização não governamental Observatório de Favelas, foi divulgado nesta terça-feira (21). De acordo com o levantamento, a média de adolescentes assassinados no Brasil antes de completarem 19 anos é de 2,03 para cada grupo de mil. O número é considerado elevado, já que, segundo os organizadores da pesquisa, uma sociedade não violenta deveria apresentar valores próximos de zero.O índice revela o risco de mortalidade por assassinato entre jovens brasileiros e estima quantos adolescentes com pelo menos 12 anos serão vítimas de homicídio antes de completarem 19 anos. Para o levantamento, foram coletados dados de 2006 sobre assassinatos de adolescentes em 267 municípios com mais de 100 mil habitantes.
Ranking por região
O levantamento revela disparidade entre as condições de segurança nas diferentes regiões do país. Em 34% dos municípios pesquisados, o IHA foi inferior a um adolescente assassinado para cada grupo de mil, enquanto cerca de 22% das cidades obtiveram valores superiores a três jovens mortos.
Outros 7% dos municípios, no entanto, puxaram o índice para cima, por apresentarem valores superiores a cinco adolescentes assassinados para cada mil. O município com o pior resultado é Foz do Iguaçu (PR), onde o IHA é de 9,7. A estimativa é de que 443 jovens com menos de 19 anos sejam assassinados nessa cidade entre 2006 e 2012.
Em segundo lugar, está Governador Valadares (MG), com um índice de 8,5 jovens mortos para cada mil. Entre as capitais, Maceió e Recife lideram o ranking de homicídios entre adolescentes, ambas com uma média de 6,0 jovens mortos para cada mil. O Rio de Janeiro aparece com índice de 4,9.
Grupos de risco
A pesquisa revela ainda que a probabilidade de ser vítima de homicídio é quase 12 vezes maior para homens. Mostra também que a população negra é a que mais sofre com a violência. O risco de um jovem negro morrer assassinado é 2,6 vezes maior em relação a um branco.
Atualmente, os homicídios representam 45% das causas de morte entre os adolescentes. Segundo o levantamento, o risco de assassinato é maior para a faixa etária de 19 a 24 anos, e decresce a partir daí.A maior parte dos homicídios ocorre por arma de fogo, o que, segundo o relatório, reforça a importância do controle de armamento nas políticas de redução da violência.
Nathalia Passarinho e Rafael Targino Do G1, em Brasília
Mais de 33,5 mil jovens de 12 a 18 anos deverão perder a vida por homicídio entre 2006 e 2012, caso os índices de violência no país não se alterem nos próximos anos. O Índice de Homicídios na Adolescência (IHA), pesquisa realizada em conjunto pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e organização não governamental Observatório de Favelas, foi divulgado nesta terça-feira (21). De acordo com o levantamento, a média de adolescentes assassinados no Brasil antes de completarem 19 anos é de 2,03 para cada grupo de mil. O número é considerado elevado, já que, segundo os organizadores da pesquisa, uma sociedade não violenta deveria apresentar valores próximos de zero.O índice revela o risco de mortalidade por assassinato entre jovens brasileiros e estima quantos adolescentes com pelo menos 12 anos serão vítimas de homicídio antes de completarem 19 anos. Para o levantamento, foram coletados dados de 2006 sobre assassinatos de adolescentes em 267 municípios com mais de 100 mil habitantes.
Ranking por região
O levantamento revela disparidade entre as condições de segurança nas diferentes regiões do país. Em 34% dos municípios pesquisados, o IHA foi inferior a um adolescente assassinado para cada grupo de mil, enquanto cerca de 22% das cidades obtiveram valores superiores a três jovens mortos.
Outros 7% dos municípios, no entanto, puxaram o índice para cima, por apresentarem valores superiores a cinco adolescentes assassinados para cada mil. O município com o pior resultado é Foz do Iguaçu (PR), onde o IHA é de 9,7. A estimativa é de que 443 jovens com menos de 19 anos sejam assassinados nessa cidade entre 2006 e 2012.
Em segundo lugar, está Governador Valadares (MG), com um índice de 8,5 jovens mortos para cada mil. Entre as capitais, Maceió e Recife lideram o ranking de homicídios entre adolescentes, ambas com uma média de 6,0 jovens mortos para cada mil. O Rio de Janeiro aparece com índice de 4,9.
Grupos de risco
A pesquisa revela ainda que a probabilidade de ser vítima de homicídio é quase 12 vezes maior para homens. Mostra também que a população negra é a que mais sofre com a violência. O risco de um jovem negro morrer assassinado é 2,6 vezes maior em relação a um branco.
Atualmente, os homicídios representam 45% das causas de morte entre os adolescentes. Segundo o levantamento, o risco de assassinato é maior para a faixa etária de 19 a 24 anos, e decresce a partir daí.A maior parte dos homicídios ocorre por arma de fogo, o que, segundo o relatório, reforça a importância do controle de armamento nas políticas de redução da violência.
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