domingo, 27 de março de 2011

Militância nas ruas: em defesa do projeto democrático e popular



Sigam, comentem e divulguem as mídias sociais em defesa da nossa gestão. O que a grande mídia não divulga, nós o faremos!
Esse é o momento! A direita da cidade e setores liberais tenta nos agredir com ataques criminosos e sexistas, mas somos fortes e de luta para ir alem. Temos uma trajetória de lutas para com o povo desta cidade.
Nas ruas, nas praças, nas escolas, associações e bairros, somos parte desse projeto que inverteu as prioridades de atendimento. Anteriormente só às elites e o empresários de Fortaleza eram beneficiados, hoje, com a participação popular, as comunidades são beneficiadas com políticas publicas direcionadas e segmentadas. Vamos fortalecer a nossa militância e vamos às ruas. Somos você, eu e todas as pessoas construindo a Fortaleza Bela.
Amar e mudar as coisas
Me interessa mais... (Belchior)

Blogger:
http://respostapetista.blogspot.com/
Twitter: @respostapetista

sábado, 19 de março de 2011

Jogada - Presidente Vargas recebe novas catracas - Diário do Nordeste

Jogada - Presidente Vargas recebe novas catracas - Diário do Nordeste: "O Estádio Presidente Vargas receberá, ao longo da próxima semana, 32 novas catracas. De acordo com o secretário de Esporte e Lazer de Fortaleza, Evaldo Lima, os novos equipamentos 'são o que há de mais moderno no Brasil'. 'Eles servirão de peças fundamentais para a manutenção da segurança, já que com a implantação do cartão do torcedor, cada pessoa entrará no estádio devidamente identificada', explicou Evaldo.

Além das novas catracas, também chegaram ao estádio, os novos placares eletrônicos e o equipamento da sala de controle da praça esportiva. De acordo com o titular da secretaria do Esporte, até o jogo de inauguração do PV - que ainda não tem data definida - deverá ser instalado pelo menos um dos placares. 'Como ainda estamos preparando a estrutura para a instalação, nós iremos correr para que tudo fique pronto para o jogo inaugural', explicou Evaldo.

De acordo com ele, durante a última semana, novos funcionários foram contratados no intuito de entregar a obra no mês de abril. 'Houve um grande avanço na parte dos acabamentos', frisou o secretário.

– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

Por defender união gay, Jean Wyllys recebe ameaça de morte

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Como reduzir o número de jovens vítimas de violência?

Imagem retirada da internet
A questão da violência vem sendo pautada pela mídia e por alguns setores sociais sempre associada à visão negativa da juventude. Porém é necessário contextualizar a problemática social que é a violência, que hoje vem sendo apontada não só no âmbito da Segurança como também no da Saúde Pública. É necessário, entre outras respostas, políticas de inclusão social e de desenvolvimento sustentável e social. A inclusão social, passa pelo empoderamento dos próprios jovens das políticas públicas, daí a importância de programas como ProJovem Urbano, CredJovem, PopFor e dos Cucas. Fortaleza foi pioneira em constituir um Conselho de Juventude representado na sua maioria pela sociedade civil. Nesse sentido, estamos buscando dar aos jovens a oportunidade de mais políticas públicas, experiências que estamos encarando positivamente aqui em nosso Município à frente da gestão da prefeita Luizianne Lins.
Ronny Câmara
Assessor da Coordenadoria de Juventude da Prefeitura Municipal de Fortaleza

Fonte: jornal O Povo
Link:http://www.opovo.com.br/app/opovo/opiniao/2011/02/26/noticiaopiniaojornal,2107579/como-reduzir-o-numero-de-jovens-vitimas-de-violencia.shtml

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Lula critica ONU e Estados Unidos e diz que o mundo está "mal representado"


Eduardo Castro
Correspondente da EBC na África
Dacar (Senegal) - Depois de participar de um debate sobre fome e o papel geopolítico da África com o presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, Lula disse aos jornalistas que cobrem o Fórum Social Mundial que o mundo carece de lideranças. E criticou as Nações Unidas (ONU). “A governança mundial está enfraquecida. O mundo está mal representado. Não tem ninguém pra resolver conflitos. A ONU poderia resolver, se fosse representativa”.
Sobre o papel do Brasil na crise do Egito, apesar da ressalva de que “não quer ficar dando palpite”, Lula acabou opinando e voltou a fazer críticas, dessa vez aos Estados Unidos. “Se criou uma mentalidade colonizada no Brasil de que o Oriente Médio é problema dos Estados Unidos, não sei quem é problema da Rússia. Não tem dono do problema. E a solução pode ter vários. Por que ficam os Estados Unidos tentando resolver a paz se, provavelmente, foram eles os causadores da discórdia? Só quem quer a paz no Oriente Médio são o povo de Israel e o povo palestino. Os criadores do problema estão felizes do jeito que está.”
Sobre a mudança de governo no Egito, Lula também alfinetou os países ricos. “Há muito tempo todo mundo sabia que era preciso voltar a democracia ao Egito. As pessoas se incomodam com Cuba, com o [presidente da Venezuela Hugo] Chaves e deixaram de notar que [o presidente do Egito Hosni] Mubarak estava lá há 32 anos. As pessoas não enxergam. As grandes potências, que dão sustentação a essas políticas, de repente, ficam surpresas quando acontece uma manifestação. Chega uma hora que povo diz 'eu existo'.”
Edição: Vinicius Doria

sábado, 29 de janeiro de 2011

Quando a chuva não é mais agonia

Rosa Marques e Alberto Fernandes: 28 anos depois, a frieza não incomoda mais (IGOR DE MELO)
A casa dos sonhos, às vezes, é apenas uma casa resistente. Com paredes de tijolo, saneamento básico, longe dos alagamentos, perto dos amigos. Onde se possa abrigar geladeira, fogão, mesa, cadeira e armário sem se despedir de tudo a cada inverno bravo. Não precisa reboco nem janela de vidro. As 198 famílias da antiga comunidade Maravilha, no Alto da Balança, há duas quadras chuvosas, alcançaram essa graça e desaprenderam a vigília aflita.

Viver no Conjunto Habitacional Nossa Senhora de Fátima I é um fazer as pazes. Há 33 anos casados, os aposentados Rosa Marques, 68, e Alberto Fernandes, 65, viveram 28 longos invernos debaixo d’água. “No verão, a gente dormia; no inverno, pastoreava as casas uns dos outros. Ninguém dormia”, relembra Rosa. E o friozinho? Não se tinha cabeça pra isso. E sorri, porque passou. “Hoje não dou fé da chuva. Acordo toda enrolada da frieza, mas durmo a noite toda”, conversa ela, com ares de triunfo.

“Comprei uma casa dentro do rio e coloquei Rosa pra viver lá. Você precisava ver a raiva dessa mulher quando a primeira chuva acabou com tudo”, intromete-se Alberto. A água batia no pescoço, o fogão, os móveis davam vencimento em menos de um ano. Às vezes, escapava a geladeira, porque desligavam da tomada e depois mandavam pro conserto. Mas isso hoje é história contada com risada alta.

A casa da Rosa é toda enfeitada de santos e flores. A da vizinha Francisca Onorato, 62, tem umas cortinas vermelhas entre sala e quartos. Nos cômodos pequenos, o apuro simples da dona de casa: quadros, rendas, miudezas e limpeza. “Esse é o meu palácio”, orgulha-se Francisca, depois de quase 50 anos dividindo um único cômodo com os dois filhos. Sem piso, sem forro, sem privacidade. Nos invernos, alagado e cheio de goteira.

Novas gerações
Os pingos da chuva hoje encantam a diarista Zenaide da Silva, 47. Foram 19 anos intrigada com a água. Corria a pendurar os bens no teto, deixar os filhos do abrigo improvisado da escola local e entrar no trabalho com a roupa encharcada e o pensamento preso no barraco. “Era assim com todo mundo. Fiz uma jura de só comprar minhas coisinhas quando tivesse onde botar”, emenda Rosa.

Em casa de tijolo exposto, Francisca vive com três gerações de familiares. Quando mima o neto João, quatro meses de brancura e bochecha, a mulher lembra a época dos filhos com a mesma idade. E suspira: “Era outra vida. Tinha deles que chorava assustado. Eu saía pra salvar as coisas, eles gritavam com medo de eu me afogar”.

O quê

ENTENDA A NOTÍCIA
Dormir abrigado da chuva sem medo de ter a casa arrasada pela água é desejo alcançado por 16 extintas áreas de risco em Fortaleza. Desde 2009, as famílias do Conjunto Nossa Senhora de Fátima fizeram as pazes com a chuva.
SAIBA MAIS

Até a metade do ano, correndo tudo conforme planejado pela Fundação de Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor), a área de risco da comunidade Maravilha estará erradicada.

Antes da intervenção da Prefeitura, a comunidade abrigava 606 famílias em barracos e apartamentos construídos pela Igreja Católica. Taipa ou cimento, alagava com a menor chuva. Os moradores viviam à beira do canal.

Em 2008, começou a entrega dos quatro Conjuntos Habitacionais: os Nossa Senhora de Fátima I, II e III e o Planalto Universo. Esse último, a duas quadras da beira do canal, foi o primeiro a ser entregue e beneficiou 144 famílias.

No Nossa Senhora de Fátima I, do outro lado da BR-116, 198 núcleos familiares foram abrigados. O Nossa Senhora de Fátima II é composto por 144 apartamentos. O Nossa Senhora III hoje comporta 60 casas, com 30 mais por entregar ainda este semestre.

Janaína Brás
janainabras@opovo.com.br

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O POVO Online | Pré-Carnaval de Fortaleza Notícia

Titulo Páginas

Quase 2 mil homens formam efetivo de esquema montado para Pré-Carnaval de Fortaleza

Um efetivo de pelo menos 1600 homens vai organizar o esquema montado pela Prefeitura de Fortaleza durante os desfiles de blocos do Pré-Carnaval de capital cearense. Segundo os números apresentados nesta segunda-feira, 24, pela Prefeitura, para garantir a segurança dos foliões, a Guarda Municipal de Fortaleza vai dispor de 971 guardas municipais nas ruas às sextas, sábados e domingos, até o último fim-de-semana que antecede o Carnaval oficial.

Além dos guardas municipais, o efetivo contará com 100 agentes da Etufor, 120 agentes de trânsito da AMC, 505 garis e uma equipe com 35 médicos de plantão no Instituto Doutor José Frota (IJF), no Centro da Capital.

A operação deverá acontecer das 13h às 23h (horário previsto para o término dos desfiles dos blocos), com os guardas municipais distribuídos prioritariamente em bairros com maior concentração de foliões, como Praia de Iracema, Benfica, Centro, Vila Pery, Vila Manoel Sátiro e Rodolfo Teófilo.

Ainda de acordo com a Prefeitura, a Operação Pré-Carnaval contará ainda com o apoio de componentes do Pelotão de Salvamento Aquático na Praia de Iracema (para prevenir e atuar em caso de afogamentos), do Pelotão Especial, da Ronda Preventiva Escolar, Pelotão de Guarda Comunitária e Unidade Operacional Patrimonial.

Veja mais


O POVO Online | Pré-Carnaval de Fortaleza Notícia

domingo, 9 de janeiro de 2011

Casamento gay entra na pauta do STF

Casamento gay entra na pauta do STF

“O ministro Carlos Ayres Britto (STF) está trabalhando nas férias para concluir o seu voto sobre uma dessas questões que mexem bastante com a opinião pública: o reconhecimento jurídico da união homossexual. Ayres Britto, relator da ação movida pelo governador Sérgio Cabral, entrega em fevereiro suas considerações, de cerca de trinta páginas, ao presidente do Supremo, Cezar Peluso.

A partir daí, já se pode marcar a data da votação. Embora Ayres Britto não revele seu voto, há uma quase unanimidade entre seus pares: será favorável à união homossexual.”

(Veja Online)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

PT SÃO PAULO: “Caso” Battisti: Eis por que estamos com Lula

PT SÃO PAULO: “Caso” Battisti: Eis por que estamos com Lula: "“Caso” Battisti: Eis por que estamos com Lula.

Um grupo de intelectuais italianos radicados na França lançou na última terça-feira (4) documento apoiando a decisão do Brasil de não extraditar o ex-ativista Cesare Battisti e desmascarando os argumentos do governo ditreitista de Sílvio Berlusconi.
Por Uninomade.org
Quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Somos um certo número de italianos residentes no exterior, onde trabalhamos no ensino e na pesquisa, estupefatos com a postura da mídia e da “opinião pública” do nosso país diante do “caso” Cesare Battisti. A jornalista Anais Ginori, em La Reppublica de 2 de janeiro, parece por exemplo estigmatizar o “júbilo dos intelectuais franceses” (arbitrariamente identificados com Bernard-Henri Lévy e Fred Vargas) diante da recusa de extraditar Battisti, decidida pelo presidente brasileiro Lula da Silva.

Quanto à força de oposição ao atual governo Berlusconi, estamos particularmente surpresos ao constatar como alguns parlamentares do PD se recordam repentinamente de sua matriz ideológica, apelando inesperadamente ao presidente Lula enquanto “homem de esquerda”, com o único propósito de questionar seu gesto de precaução em relação aos direitos de um preso.

Contrariamente ao que se tem escrito e dito, nós acreditamos que a decisão de competência do presidente brasileiro não é resultado de um juízo superficial e apressado sobre nosso país, mas resultado de uma avaliação aprofundada e pertinente da situação política e judiciária italiana. O Brasil é o último de uma longa lista de países, após Grécia, Suíça, França, Grã Bretanha, Canadá, Argentina, Nicarágua, que se recusaram a colaborar com a justiça italiana. Será um acaso?

Na verdade, a fúria do governo italiano em pedir a extradição de Battisti se configura hoje mais como a vontade de exorcizar um inimigo vencido (quase uma obsessão de eliminar), do que como uma sóbria, autêntica exigência de justiça. Surpreendente, em particular, uma tal perseverança “justiceira” da parte de um executivo tragicamente incapaz de lançar luz sobre a carnificina dos anos sessenta e setenta, unanimimente considerada pelos historiadores como a “mãe” de todo o terrorismo.

Recordemos como em seu favor o “zero responsáveis” sobre o atentado da Praça Fontana em Milão e da Praça de Loggia em Brescia tem sido permanentemente consagrado, respectivamente pela Suprema Corte em 3 de maio de 2005 e, mais recentemente, pela Corte de Inquérito em 16 de novembro de 2010. Ou uma magistratura severa que garante a imparcialidade do Estado, como sugerido recentemente por Alberto Asor Rosa[1] em uma de suas freqüentes colunas no Manifesto!

Uma tal diferença de tratamento em investigar a responsabilidade, que não tem como não saltar aos olhos da opinião pública internacional, não é apenas o efeito de uma permanência endêmica, na Itália, de uma classe corrupta no governo ou mesmo para-fascista (de Alemanno, ex-membro de esquadra fascista, prefeito de Roma, ao insolente ex-MSI [2] La Russa, Ministro da Defesa). Não, essa tara originária é antes de tudo fruto da política de emergência que tem sido o leitmotiv da política italiana do pós-guerra e na qual a esquerda se deixa seduzir, até a morte rápida como uma fatalidade, quando não tranqüilamente acomodada, por uma consolidada incapacidade de propor uma alternativa global a uma ordem capitalista tardia.

Essa “emergência” prolongada foi a base da participação de setores inteiros do Estado nas atrocidades criminais que ensanguentaram o passado recente da história nacional, impedindo a emancipação social e debilitando antropologicamente, molecularmente, a cotidianidade. Fato altamente significativo, a classe política atualmente no comando na Itália é herdeira direta desses poderes um dia ocultos (“Piano solo”, “Gládio”, “P2” [3]), mas agora definitivamente desembaraçada e bem decidida a ocupar o terreno político e midiático, para defender seu próprio interesse vital ameaçado: aquele de uma vida reduzida a uma pura, absurda axiomática empresarial.

A “anomalia italiana” não é senão o resultado dessa sistemática subordinação dos órgãos garantidores do direito à “exceção” do comando político e ao seu diktat selvagem sobre a consciência. Basta pensar que um dos mais altos postos da República, abaixo apenas do presidente Giorgio Napolitano, é hoje confiado a um “magnata” da mídia cuja “acumulação primitiva”, no curso dos anos sessenta e setenta, tem sido caracterizada por aqueles que a definiram eufemisticamente como “ilegalmente comprovada”.

Portanto, acreditamos que o forte envolvimento do Estado italiano na guerra civil “guerreada” que teve lugar na Itália nos anos setenta, paralelamente ao conflito (não somente e nem sempre “frio”) encenado pelos dois blocos internacionais opostos e parcialmente especulares, torna impossível desatar o nó histórico emerso com o “caso” Battisti no quadro das instituições e das leis atualmente vigentes na Itália. Somente uma medida que reconheça a enorme responsabilidade do Estado na degeneração do embate político entre os anos sessenta e oitenta, e não a grotesca exibição de orgulho nacional a que estamos assistindo nesses dias, pode permitir à Itália sair do “déficit” de credibilidade internacional que danifica fatalmente sua imagem. Enquanto tal medida não se concretizar, justiça não poderá ser feita e o pedido de extradição de ex-terroristas aparecerá fatalmente como atalhos vexatórios, quando não como tentativas mentirosas de reescrever a história.


Saverio Ansaldi – Universidade de Montpellier III
Carlo Arcuri – Universidade de Amiens
Giorgio Passerone – Universidade de Lille III
Luca Salza– Universidade de Lille III.

Notas
[1] Alberto Asor Rosa é um intelectual conhecido na esquerda italiana desde os anos sessenta. No final dos anos setenta, como quadro do Partido Comunista Italiano, defendia posições teóricas que buscavam se contrapor ao protagonismo nas lutas sociais dos sujeitos políticos dos quais Cesare Battisti fazia parte. Vide sua teoria da “primeira” e “segunda sociedade”. (N. do T.)
[2] Partido formado no pós-guerra por aderentes do fascismo. Foi na prática o partido fascista italiano até sua dissolução na Aliança Nacional em 1995. (N. do T.).
[3] Gladio era o nome de uma operação clandestina da Otan no pós-guerra, com objetivos anti-comunistas. Entre suas ações estavam atentados como a chamada “bandeira trocada”. P2 era uma loja maçônica, envolvida com a Operação Gladio, com a máfia e em escândalos financeiros. O ‘Piano solo’ foi um plano no qual a Gladio esteve envolvida e que conseguiu tirar do governo italiano os ministros socialistas, em 1964. (N. do T.).

Fonte: Uninomade.org
Traduzido do italiano (O Vermelho)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Réveillon na Praia de Iracema deve contar com efetivo de segurança de 826 homens

Réveillon na Praia de Iracema deve contar com efetivo de segurança de 826 homens

“O esquema de segurança montado para garantir a segurança no Réveillon popular no aterro da Praia de Iracema vai contar com um efetivo total de 826 homens, sendo 364 guardas municipais e 462 policiais militares. O número foi apresentado na manhã desta terça-feira, 28, no gabinete da Prefeitura de Fortaleza.

De acordo com a Prefeitura, a operação de segurança do Réveillon terá início às 7 horas de quinta-feira, 30, e prossegue até 4 horas de 1º de janeiro.

Para as festas de Réveillon nos bairros, serão disponibilizados 156 guardas municipais, que serão distribuídos nas apresentações em Messejana e Conjunto Ceará. A Polícia Militar designou ainda efetivo de 77 homens para Messejana e 94 para o Conjunto Ceará.

O contingente do Corpo de Bombeiros vai contar com 69 homens trabalhando, sendo 30 como guarda-vidas, sete em vistoria, 18 na área de fogos no aterro da Praia de Iracema, além de cinco em cada bairro que recebe a festa popular.”

(O POVO Online)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

"A palavra ‘espião’ é invenção do Globo", afirma professor | MST - Movimento dos Trabalhadores Sem Terra

"A palavra ‘espião’ é invenção do Globo", afirma professor | MST - Movimento dos Trabalhadores Sem Terra: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

7 de dezembro de 2010


Da Página do MST

O professor Clifford Andrew Welch, do curso de história da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), foi citado como fonte das informações de telegramas remetidos por diplomatas estadunidenses no Brasil aos Estados Unidos, divulgados pelo Wikileaks.

O jornal O Globo publicou uma reportagem sobre esses telegramas, no domingo passado (19/12), dando destaque a existência de espiões do MST dentro do Incra e sobre uma suposta prática dos assentados “de alugar a terra de novo ao agronegócio”.

“Nunca falei e jamais falaria algo assim. No primeiro lugar, a palavra ‘espião’ é invenção do Globo, porque não aparece nos relatos diplomáticos disponibilizados pelos jornais”, denuncia Welch.

Leia também
Os telegramas do Wikileaks, a mídia e o MST
-artigo do analista Igor Fuser
HUMOR: Entrevista com o “espião” no Incra - do blog da Reforma Agrária

Em relação ao aluguel de áreas de assentados ao agronegócio, o professor da Unifesp destaca que a coordenação nacional do MST é declaradamente contra a prática e que a declaração aparece sem contextualização.

“Fora de contexto, assim como apresentado no despacho diplomático, o aluguel dos lotes parece ser de fato “cínico e irônico.” O relatório não contempla a pressão das usinas nos assentados, com oferta de dinheiro fácil para o plantio da cana de açúcar, que tem causado muitos problemas aos assentados, como demonstram várias pesquisas realizadas pela Unesp”, pontua.

Welch rebate também a tese de que os movimentos de sem-terra, especialmente o MST, entraram em declínio durante os oito anos do governo Lula, apresentando dados que demonstram que no caso das ocupações de terras e do número de famílias envolvidas na luta pela terra, as estatísticas dos governos FHC e Lula se equivalem.

“Durante os oito anos do governo Cardoso, 571.650 famílias participaram em 3.876 ocupações organizadas por mais que 20 movimentos. Os números do governo Lula ainda não foram calculados totalmente, mas durante os primeiros sete anos, são registrados a participação de 480.214 famílias em 3.621 ocupações”.

sábado, 16 de outubro de 2010

Leiam o texto abaixo
Por Roni Chira,

do blog O que será que me dá?
.
O que esperam receber de José Serra os neonazistas, a TFP e os Skinheads em troca de todo esse lodo que lançam do esgoto de suas mentes sobre os eleitores mais desavisados? Será que esses valentões que fazem fisicultura de dia e atacam mendigos, nordestinos e gays à noite acreditam realmente que teriam algum espaço num suposto governo de José Serra? Depois de vender a alma a todos os demônios e a vergonha na cara a todos os mercadores de escrúpulos, Serra não tem mais nada a perder. Daria um calote seguido de um pé no traseiro em cada um deles. Eles se acham feras? Serra é o demo encarnado! E se falarem muito alto, manda a polícia descer o cacete neles. Como fez com os professores de SP.
O que essa gente não entende é que o Serra dá de dez a zero neles em know-how de picaretagem. É vetereano, eles franguinhos. Se for eleito, não vai cumprir nenhuma das promessas que fez a essa quadrilha de recalcados. Vai fingir que não é com ele.
Também não sei o que a mulher do Serra combinou com os aiatolás, talibãs e outros fanáticos que estão berrando nos ouvidos e na consciência da gente simples, que têm fé sincera no coração. Mas sei que ele não vai cumprir. Vai deixar esses pastores falsificados falando sozinhos no gramado do Alvorada. O que eles pensam? Aqui não é o Irã, nem Afeganistão nem Iraque. Aqui a mulata dança nua em cima do trio elétrico e o povo aplaude. Pensam que Serra vai dar-lhes algum Ministério? Que vai levá-los à sério? Vai sonhando, vai!
E os verdes então? Pensam que ele vai construir pracinhas com canteiros cheios de florzinhas? Logo ele e o PSDB que cimentaram e impermeabilizaram toda São Paulo? Que vivem cortando árvores pra duplicar avenidas que os paulistas usam pra queimar gasolina em filas quilométricas enquanto os pobres se espremem no “Maior Programa de Expansão do Metrô de São Paulo”? Em 3 anos de mandato (ao contrário do resto dos governantes mortais, os mandatos do Serra duram 3 anos – o quarto é reservado para a campanha eleitoral do próximo degrau), fez 5 quilômetros, 500 filmes de publicidade e 5 milhões de cartazes sobre um metrô fantasma, eternamente “em construção”. Ninguém viu até hoje. Tem uma nova linha, mas só com duas paradas: Paulista – Faria Lima (para o pessoal dos jardins, claro!). Duas estações só. Vai e vem. E só funciona meio período. As duas estações são chiques, têm esteira rolante, arquitetura futurista… Futurista mesmo: mais 50 anos de PSDB em SP e terminam o resto da linha. E o paulista se acha europeu…
E a Marina? Serra tem um ódio mortal dessa mulher. Sabe lá o que é você ter que bajular alguém que você sempre desprezou? Seja como petista, seja como nortista? Ela, o Chico Mendes e todos aqueles camponeses, naturebas e indiozinhos protetores da floresta que tanto incomodaram o agronegócio. As balas que mataram Chico Mendes não saíram do revólver de Serra, mas do conceito de governar dele. Serra odeia a Marina Silva. Odeia porque teve que comer na mão dela. Porque a vida dele estava na mão dela. Se for eleito, vai passar reto por ela. Fingir que não conhece.
A Dilma é diferente. Ele respeita. Secretamente, é claro. Sabe que só chegou até aqui jogando sujo e passando o trator por cima da própria mãe… Sabe que Dilma tem diplomas de verdade. E os dele são papéis velhos e não valem nada no Brasil. E sabe da falta de ar, engolindo seco, cada vez que ela partiu pra cima dele como onça que ela também é. Sabe que, no mano a mano, tomaria uma surra monumental. Precisou da Globo, de todos os jornais e revistas da imprensa, da esposa, da filha, dos neonazistas, da TFP, dos Skinheads, dos falsos padres, bispos e pastores, dos professores das escolas particulares, das gráficas clandestinas, do guru, dos 4% cães raivosos, do ministro golpista do supremo, do banqueiro ladrão, dos 4 maiores portais da Internet, dos milhares de mercenários contratados pra defecar o lodo nas caixas postais do mundo inteiro e das 23 horas e 50 minutos diários de todas as emissoras de TV do país, para conseguir alcançar a Dilma – que só tem 10 minutos por dia na TV.
E o PV – Partido dos Vendidos? Estão lá, o Gabeira e o Penna, comprando cargos e promessas com as moedas da Marina. Vai dar o que pro Caveira – ops, Gabeira? O Ministério da Cannabis? E ao Penna – que em seu “auge gerencial” organizou a Feira da Vila Madalena? Ah….. Não enche! Vai lá, marca hora pra falar com o sub do sub do sub do Kassab…
Será que essa gente não entende? Ou se faz de besta mesmo? Serra tá vendido para os mega negociantes de petróleo desde criancinha. Não negocia migalhas. Se conseguir ser eleito, vai sentar no gabinete e assinar pilhas de papéis regulamentando o fatiamento do Pré-Sal. É essa sua missão na vida [grifo do CN]. O resto é vaidade pessoal, álbum de fotografia pra boi dormir. E o país receberia aquela mixaria simbólica de sempre das privatizações. Mixaria que não deu pro FHC construir uma única faculdadezinha sequer! Como é fácil vender o que não é nosso… não é mesmo Fernandinho? Por que não privatiza a droga da sua fazenda? Naquela época, Serra e FHC pagavam os juros da dívida com o FMI com esse trocadinho das privatizações pingando todo mês – só pra conseguir mais crédito. E de joelhos, sem dar um pio – sexo oral! Quem fazia as transações de gente grande eram as Mônicas. A Serra e a Dantas – não é mesmo, Amaury Ribeiro Jr.? Davam assessoria para os saqueadores do patrimônio público brasileiro. Vendiam um produto único no mercado: Informações Privilegiadas – marca “Filha de Ministro”.
O ProUni? Não duraria seis meses. Seria taxado de inconstitucional e abolido. No lugar do ProUni teria o ProTec – um curso intensivo para serviçal de paulista rico. Diploma universitário pra emergente? Nem a pau! Vai viver de bico pro resto da vida. Toma o diploma de encanador e não amola! Aliás, desmontar a educação dos que não podem pagar é um dos maiores talentos de Serra. Mostrou isso em São Paulo. É obstinado com isso. Talvez seja porque seus diplomas não valham nada no Brasil. Ou inveja do Lula. É como querer destruir todos os Lulas que existem no Brasil – só porque este Luis Inácio foi mais esperto e competente do que eles dois juntos. Ou porque Lula tornou-se o maior mito que o Brasil já teve em toda sua história. 81% de ótimo presidente, depois de 8 anos de artilharia direto no fígado? 81% e subindo! Não tem pra ninguém. Inveja não mata, corrói a alma – o que é bem pior. E dá insônia, certo Zé?
No Reino de Serra, o Bolsa Família estaria garantido. Sem aumento e sem saída. Trancaria as 60 milhões de pessoas do Bolsa-Família no próprio Bolsa-Família. E jogaria a chave fora. Vão comer farinha com novela por mais 500 anos. Que se danem. Serra governaria um outro país: O Sul Maravilha. Governaria é modo de dizer. Eles não trabalham. Terceirizam.
E o Zé-presidente do Braxil, ops – Brazil visitando os governantes do resto do mundo? Todos sabendo – olho-no-olho – como ele mergulhou no esgoto da baixaria pra se eleger e deixou os picaretas de Wall Street saquearam o país dele. Vai ver o Serra é chileno naturalizado desde a “fuga espetacular”, em 64. Imaginem ele se esforçando pra pronunciar “tanc iu” com aquele inglesinho de “chicano” que não tem jeito de disfarçar. O mesmo inglês do FHC: inglês de colonizado. Até nisso Lula é superior. Fala português com todo o mundo. Eles que se virem pra traduzir.

domingo, 10 de outubro de 2010

SERRA é do DEM

Vamos divulgar o partido que apoia o SERRA. É o DEM, da roubalheira de Brasilia.
VAMOS VOTAR EM DILMA 13.

SERRA é do DEM